Categoria: Sintomas

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  • Zumbido no ouvido é grave? 7 fatores que podem causar o sintoma e o que fazer

    Zumbido no ouvido é grave? 7 fatores que podem causar o sintoma e o que fazer

    O zumbido no ouvido, também conhecido como tinnitus, é a sensação de ouvir sons como um apito, chiado, estalo ou batida, mesmo quando não há nenhum barulho externo por perto. Ele não é uma doença em si, mas um sintoma que pode indicar algo errado com o sistema auditivo ou mesmo outras partes do corpo.

    Normalmente, ele está associado ao acúmulo de cera ou ao envelhecimento natural, podendo surgir após a exposição a sons muito altos, como shows, fones de ouvido em volume elevado ou ambientes barulhentos por longos períodos. No entanto, quando ele é persistente, é importante procurar um profissional de saúde para investigar com mais atenção.

    O que é o zumbido no ouvido?

    O zumbido no ouvido é quando a pessoa escuta um som, mesmo quando não tem nenhum barulho no ambiente. Ele pode se manifestar de diferentes formas, como:

    • Apito agudo;
    • Chiado de rádio;
    • Som de cachoeira;
    • Batidas rítmicas;
    • Barulho de um inseto voando.

    Mesmo quando o zumbido é constante, é muito comum que ele se torne mais perceptível em ambientes silenciosos, como na hora de dormir, já que há menos estímulos externos competindo com o som percebido.

    Ele pode afetar apenas um ouvido (unilateral) ou ambos (bilateral), e a intensidade costuma variar ao longo do tempo. Para algumas pessoas, é apenas um incômodo leve e passageiro, enquanto, para outras, pode se manifestar como um som mais alto e persistente, que afeta a audição, a concentração e o bem-estar.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 280 milhões de pessoas convivem com o zumbido, o que representa aproximadamente 20% da população mundial.

    Tipos de zumbido

    O zumbido pode ser classificado em dois tipos principais, dependendo da sua origem e de quem consegue ouvi-lo:

    Zumbido subjetivo

    O zumbido subjetivo é o tipo mais comum, no qual apenas a própria pessoa consegue ouvir o som, sem que exista uma fonte externa ou um ruído detectável em exames. Em alguns casos, ele está associado a problemas nas vias auditivas, nos nervos que levam o som ao cérebro ou no próprio processamento cerebral da audição.

    Zumbido objetivo

    No zumbido objetivo, o som é produzido por estruturas próximas ao ouvido e, em alguns casos, o médico também consegue ouvir o barulho ao usar um estetoscópio ou aparelhos específicos.

    Ele costuma estar relacionado a problemas vasculares (fluxo de sangue), contrações musculares involuntárias na região da face e pescoço ou defeitos estruturais no ouvido médio.

    Classificação quanto à percepção do som

    Além da classificação mais técnica, o zumbido também pode ser descrito pelo tipo de som que a pessoa escuta, o que ajuda o médico a entender melhor a possível causa:

    • Zumbido pulsátil: a sensação é parecida com a de um coração batendo dentro do ouvido, acompanhando o ritmo do pulso, e frequentemente está relacionada a alterações na circulação sanguínea ou à pressão alta;
    • Zumbido tonal: é um som contínuo e mais “limpo”, como um apito ou uma nota musical constante, sendo bastante comum em casos de perda auditiva;
    • Zumbido não tonal: envolve sons mais variados e irregulares, como cliques, estalos ou um ruído semelhante à estática de rádio, podendo estar ligado a problemas musculares ou na articulação da mandíbula, conhecida como DTM.

    Zumbido no ouvido é grave?

    Na maioria das vezes, o zumbido no ouvido não é grave e não indica uma doença séria, sendo normalmente causado por situações comuns como acúmulo de cera, exposição a ruídos ou perda auditiva leve.

    No entanto, ele deve ser investigado se surgir de forma súbita, ocorrer em apenas um ouvido ou vier acompanhado de tontura e perda de audição, pois pode indicar condições que precisam de tratamento específico.

    O que pode ser o zumbido no ouvido?

    Quando as células do ouvido sofrem algum tipo de dano ou estímulo irregular, as vias auditivas podem começar a disparar sinais elétricos espontâneos, que o cérebro interpreta como som.

    • Acúmulo de cera: o excesso de cerume pode obstruir parcialmente ou totalmente o canal auditivo, o que aumenta a sensação de pressão dentro do ouvido e pode favorecer o surgimento de chiados ou zumbidos, além de causar desconforto e leve redução da audição;
    • Exposição a ruídos altos: sons intensos, como os de shows, fones de ouvido em volume elevado ou máquinas barulhentas, podem lesionar as células sensíveis do ouvido interno, que são responsáveis pela captação do som, e a lesão pode desencadear o zumbido de forma temporária ou até permanente;
    • Perda auditiva relacionada à idade: com o passar dos anos, ocorre um desgaste natural das estruturas do sistema auditivo, e o zumbido costuma ser um dos primeiros sinais percebidos, muitas vezes aparecendo antes mesmo da pessoa notar dificuldade para ouvir;
    • Disfunção da ATM: alterações na articulação da mandíbula, conhecida como ATM, podem provocar estalos, tensão muscular e até zumbido, já que a região fica muito próxima ao ouvido e compartilha estruturas e conexões nervosas importantes;
    • Problemas circulatórios: condições como pressão alta, alterações no fluxo sanguíneo ou problemas vasculares podem gerar o chamado zumbido pulsátil, no qual o som acompanha o ritmo dos batimentos cardíacos e pode ser mais perceptível em momentos de repouso;
    • Uso de medicamentos: alguns remédios, como certos antibióticos, anti-inflamatórios e doses elevadas de aspirina, podem ter efeito ototóxico, ou seja, podem afetar estruturas do ouvido e desencadear ou piorar o zumbido, principalmente quando usados por longos períodos ou sem acompanhamento;
    • Estresse e ansiedade: o cansaço mental, a tensão acumulada no corpo e a contração dos músculos da região do pescoço e da face podem aumentar a percepção do zumbido, fazendo com que ele pareça mais intenso ou mais presente no dia a dia.

    Como o zumbido é um sintoma multifatorial, a melhor forma de identificar a causa é através de uma consulta com um otorrinolaringologista, que poderá realizar exames como a audiometria.

    Como é feito o diagnóstico?

    O diagnóstico do zumbido no ouvido é feito por um médico otorrinolaringologista a partir de uma avaliação detalhada, em que são analisadas as características do som, como frequência, intensidade e se ele ocorre em um ou nos dois ouvidos. Também é importante relatar outros sinais associados, como tontura, perda de audição, sensação de ouvido tampado ou dor.

    Em seguida, é feito um exame físico do ouvido, chamado otoscopia, que permite avaliar o canal auditivo e o tímpano, ajudando a identificar causas mais simples, como acúmulo de cera ou sinais de infecção.

    Dependendo da suspeita, o médico pode pedir exames complementares, como:

    • Audiometria: avalia a capacidade de ouvir diferentes sons e frequências, sendo necessário para identificar perda auditiva;
    • Imitanciometria: analisa o funcionamento do tímpano e das estruturas do ouvido médio;
    • Exames de imagem: como ressonância magnética ou tomografia, indicados em casos específicos para investigar alterações mais profundas;
    • Exames de sangue: podem ser pedidos para avaliar condições gerais de saúde, como alterações hormonais, metabólicas e circulatórias.

    Quando há suspeita de zumbido pulsátil, o médico pode investigar com mais atenção o sistema vascular, já que o tipo costuma estar relacionado ao fluxo sanguíneo.

    Como é feito o tratamento do zumbido no ouvido?

    O tratamento do zumbido depende especialmente da causa do sintoma. Se ele ocorre por um fator externo ou mecânico, pode ser necessária a remoção de cera, o controle da pressão arterial ou o ajuste de medicamentos que possam estar contribuindo para o sintoma.

    Quando o zumbido está associado à perda auditiva, o uso de aparelhos auditivos costuma ser indicado, pois, ao amplificar os sons externos, o cérebro tende a reduzir o foco no ruído interno.

    Em casos crônicos, podem ser utilizadas estratégias como o mascaramento sonoro, com o uso de ruído branco ou sons suaves, e a Terapia de Retreinamento do Zumbido (TRT), que tem como objetivo ajudar o cérebro a se acostumar com o som e diminuir a sua percepção ao longo do tempo.

    O que fazer para aliviar o zumbido?

    O alívio do zumbido depende muito da causa, mas algumas medidas simples no dia a dia já podem ajudar bastante a reduzir o incômodo, como:

    • Evitar o silêncio absoluto, mantendo um som de fundo leve, como um ventilador, uma música baixa ou um ruído branco, principalmente na hora de dormir;
    • Reduzir a exposição a ruídos altos e diminuir o volume de fones de ouvido para proteger as estruturas do ouvido;
    • Controlar o estresse e a ansiedade com técnicas de relaxamento, atividade física e momentos de descanso ao longo do dia;
    • Melhorar a qualidade do sono, criando uma rotina regular para dormir e acordar;
    • Moderar o consumo de cafeína, álcool e nicotina, já que as substâncias podem intensificar o zumbido;
    • Cuidar da saúde geral, com uma alimentação equilibrada e o controle de condições como pressão alta e diabetes;
    • Evitar o uso de medicamentos sem orientação, já que alguns podem piorar o sintoma.

    Vale destacar que, apesar das medidas ajudarem no controle do sintoma, elas não substituem a avaliação médica, principalmente quando o zumbido é frequente, intenso ou surge de forma repentina.

    Remédio caseiro para zumbido funciona?

    Não existe um remédio caseiro capaz de curar o zumbido de forma definitiva, pois ele é um sintoma de uma causa interna que precisa de diagnóstico. No entanto, algumas opções naturais podem ajudar a aliviar o desconforto e melhorar a circulação na região dos ouvidos, como o uso de compressas mornas no rosto e pescoço e a higiene do sono.

    Importante: evite colocar óleos, soluções caseiras ou qualquer substância dentro do canal auditivo, pois isso pode causar infecções graves ou perfuração do tímpano, piorando o problema.

    Zumbido no ouvido tem cura?

    o zumbido no ouvido tem cura na maioria das vezes, especialmente quando é causado por fatores reversíveis como acúmulo de cera, infecções, deficiências vitamínicas ou problemas na mandíbula. Nesses casos, o barulho desaparece assim que a causa base é tratada.

    Já em situações de perda auditiva definitiva ou lesões crônicas, pode não haver uma cura total, mas é possível alcançar o controle através da habituação. Com o uso de aparelhos auditivos e terapias sonoras, o cérebro aprende a ignorar o som, fazendo com que ele deixe de ser um incômodo no dia a dia.

    Veja também: Otite média: por que crianças têm tanta dor de ouvido?

    Perguntas frequentes

    1. Quando o zumbido no ouvido é preocupante?

    Quando surge de repente, vem acompanhado de perda de audição súbita, tontura intensa ou dor de cabeça forte.

    2. Por que o ouvido fica zumbindo ao deitar?

    No silêncio da noite, o cérebro não tem sons externos para focar, o que torna o zumbido interno muito mais perceptível.

    3. Qual médico trata o zumbido?

    O especialista indicado é o otorrinolaringologista. Em alguns casos, pode ser necessária a ajuda de um fonoaudiólogo ou dentista (se for DTM).

    4. O uso de fones de ouvido causa zumbido?

    Sim, se usados em volume muito alto por tempo prolongado, pois lesionam permanentemente as células que captam o som.

    5. O que é a Terapia de Retreinamento do Zumbido (TRT)?

    É um tratamento que combina aconselhamento e uso de sons suaves para “treinar” o cérebro a classificar o zumbido como um som sem importância, fazendo com que o paciente pare de percebê-lo.

    6. Zumbido no ouvido pode ser sinal de tumor?

    Em casos muito raros, o zumbido persistente em apenas um ouvido pode indicar um neurinoma do acústico (tumor benigno). Por isso, zumbidos unilaterais devem ser sempre avaliados por um médico.

    Leia mais: Chiado ou zumbido no ouvido: por que você ouve sons que ninguém mais ouve

  • Dengue: os sinais que indicam que a doença pode estar piorando 

    Dengue: os sinais que indicam que a doença pode estar piorando 

    A dengue costuma começar de forma intensa, com febre alta, dores no corpo e muito cansaço. Em muitos casos, os sintomas melhoram gradualmente após alguns dias, mas existe um período em que a doença pode evoluir de maneira perigosa, que é justamente quando a febre começa a diminuir.

    Por isso, médicos reforçam a importância de ficar atento aos chamados sinais de alarme da dengue. Reconhecer rapidamente sintomas como dor abdominal intensa, vômitos persistentes e tontura pode fazer diferença no tratamento e ajudar a evitar complicações graves.

    Como a dengue costuma começar

    Os sintomas iniciais geralmente aparecem de forma súbita. Os mais comuns são:

    • Febre alta;
    • Dor no corpo;
    • Dor atrás dos olhos;
    • Dor de cabeça;
    • Cansaço;
    • Náuseas.

    Algumas pessoas também apresentam manchas vermelhas na pele.

    Quando a dengue pode piorar

    A piora costuma acontecer justamente quando a febre começa a diminuir. Esse período crítico geralmente ocorre entre o 3º e o 7º dia da doença.

    É nessa fase que podem surgir complicações relacionadas à perda de líquidos e alterações da circulação.

    Principais sinais de alerta da dengue

    Existem sintomas que indicam maior risco de evolução grave.

    Os principais são:

    • Dor abdominal intensa e contínua;
    • Vômitos persistentes;
    • Sangramentos (nariz, gengiva ou fezes);
    • Sonolência excessiva ou irritabilidade;
    • Tontura ou desmaio;
    • Dificuldade para respirar.

    Esses sinais exigem avaliação médica imediata.

    Por que a dengue pode ficar grave

    Nas formas graves, a dengue pode provocar:

    • Vazamento de líquidos dos vasos sanguíneos;
    • Queda da pressão arterial;
    • Desidratação importante;
    • Sangramentos.

    Isso pode comprometer órgãos importantes e levar a choque.

    Sinais de desidratação na dengue

    A desidratação é uma das principais preocupações. Os sinais podem ser:

    • Boca seca;
    • Pouca urina;
    • Fraqueza intensa;
    • Sede excessiva;
    • Tontura.

    A hidratação adequada é essencial para reduzir riscos.

    Como é feito o acompanhamento

    O acompanhamento depende da gravidade. Em alguns casos, é necessário:

    • Fazer exames de sangue;
    • Monitorar plaquetas e hematócrito;
    • Avaliar sinais de alarme diariamente.

    Como é feito o tratamento

    Não existe tratamento antiviral específico para dengue. O tratamento é baseado em suporte clínico:

    1. Hidratação

    • Principal medida do tratamento;
    • Pode ser oral ou venosa.

    2. Controle dos sintomas

    • Medicamentos para febre e dor;
    • Repouso.

    3. Observação hospitalar

    Indicada em casos com sinais de alerta.

    O que NÃO deve ser usado

    Alguns medicamentos aumentam o risco de sangramento e devem ser evitados, como:

    • Anti-inflamatórios;
    • Ácido acetilsalicílico (AAS).

    Quem tem maior risco de complicações

    Alguns grupos merecem atenção especial:

    • Idosos;
    • Gestantes;
    • Crianças pequenas;
    • Pessoas com doenças crônicas.

    Veja mais: Por que não pode tomar AAS com dengue?

    Perguntas frequentes sobre sinais de piora da dengue

    1. A dengue piora quando a febre baixa?

    Pode piorar justamente nessa fase.

    2. Dor abdominal é sinal de alerta?

    Sim, especialmente se intensa e persistente.

    3. Sangramento é preocupante?

    Sim. Deve ser avaliado rapidamente.

    4. Hidratação ajuda?

    Sim. É a parte mais importante do tratamento.

    5. Toda dengue fica grave?

    Não. A maioria dos casos evolui bem.

    6. Quando procurar emergência?

    Ao surgirem sinais de alerta ou piora clínica.

    7. Pode tomar anti-inflamatório?

    Não é recomendado na dengue.

    Veja também: Vacina contra a dengue do Butantan: tudo o que você precisa saber sobre o imunizante

  • Pegou uma virose? Veja os sinais de que você pode estar desidratando

    Pegou uma virose? Veja os sinais de que você pode estar desidratando

    Uma virose intestinal pode derrubar qualquer pessoa. Náuseas, vômitos, diarreia, febre e falta de apetite podem aparecer repentinamente e, em muitos casos, o maior risco não é apenas o desconforto da infecção, mas a perda excessiva de líquidos.

    Crianças e idosos merecem atenção especial, mas adultos saudáveis também podem desidratar rapidamente quando não conseguem repor adequadamente água e sais minerais. Saber identificar os sinais de alerta ajuda a evitar complicações e a reconhecer o momento certo de procurar atendimento médico.

    O que é a desidratação

    A desidratação ocorre quando o corpo perde mais líquidos do que consegue repor.

    Durante uma virose, isso pode acontecer por:

    • Diarreia;
    • Vômitos;
    • Febre;
    • Redução da ingestão de líquidos.

    Quanto maior a perda de líquidos, maior o risco de complicações.

    Quem tem maior risco de desidratar

    Embora qualquer pessoa possa desidratar, o risco é maior em:

    • Crianças pequenas;
    • Idosos;
    • Pessoas com doenças crônicas;
    • Pacientes com vômitos ou diarreia intensos.

    Primeiros sinais de desidratação

    Os sinais iniciais podem ser sutis.

    Entre os mais comuns estão:

    • Sede intensa;
    • Boca seca;
    • Cansaço;
    • Urina mais escura;
    • Diminuição da quantidade de urina.

    Esses sinais indicam que o corpo já está perdendo líquidos importantes.

    Sinais de desidratação moderada

    Com a piora da perda de líquidos, podem surgir:

    • Tontura;
    • Fraqueza;
    • Sonolência;
    • Dor de cabeça;
    • Pele mais seca.

    Nessa fase, a hidratação precisa ser intensificada.

    Sinais de desidratação grave

    A desidratação grave é uma emergência médica.

    Os sinais costumam ser:

    • Confusão mental;
    • Queda de pressão;
    • Batimentos acelerados;
    • Ausência de urina por muitas horas;
    • Extremidades frias;
    • Sonolência excessiva.

    Em crianças, pode haver choro sem lágrimas e olhos fundos.

    Por que a desidratação pode ser perigosa

    A água é essencial para o funcionamento do organismo.

    Sem hidratação adequada:

    • O sangue circula com mais dificuldade;
    • Os rins podem parar de funcionar corretamente;
    • A pressão arterial pode cair;
    • O corpo pode entrar em choque nos casos graves.

    Como evitar a desidratação

    A principal medida é repor líquidos adequadamente.

    1. Beber líquidos com frequência

    • Água;
    • Água de coco;
    • Soro de reidratação oral.

    2. Repor os líquidos em pequenas quantidades

    Isso é importante especialmente se houver náuseas ou vômitos.

    3. Manter alimentação leve

    É difícil se alimentar quando há mal-estar, mas é importante manter uma alimentação leve quando tolerado.

    Quando procurar atendimento médico

    Procure ajuda médica se houver:

    • Incapacidade de ingerir líquidos;
    • Vômitos persistentes;
    • Sangue nas fezes;
    • Sonolência importante;
    • Sinais de desidratação grave.

    Como os médicos tratam a desidratação

    O tratamento depende da gravidade. Pode incluir:

    • Reidratação oral;
    • Medicações para controle dos sintomas;
    • Soro na veia em casos moderados ou graves.

    Confira: 6 frutas constipantes que prendem o intestino para aliviar a diarreia

    Perguntas frequentes sobre desidratação por virose

    1. Toda virose causa desidratação?

    Não, mas vômitos e diarreia aumentam o risco.

    2. Urina escura é sinal de desidratação?

    Sim. Pode indicar baixa ingestão de líquidos.

    3. Água sozinha resolve?

    Em muitos casos sim, mas o soro oral pode ser mais adequado.

    4. Crianças desidratam mais rápido?

    Sim. Crianças e idosos podem desidratar mais rápido, por isso é preciso ter mais atenção com eles.

    5. Quando precisa de soro na veia?

    Nos casos moderados ou graves.

    6. Febre piora a desidratação?

    Sim, porque aumenta a perda de líquidos.

    7. Quando procurar emergência?

    Quando houver sinais de desidratação grave ou piora rápida do quadro.

    Veja mais: Enteroviroses: o que são e por que infectam tantas crianças

  • Fluxo menstrual intenso: por que acontece e como tratar

    Fluxo menstrual intenso: por que acontece e como tratar

    Você já ouviu falar em menorragia? Essa condição, também chamada de fluxo menstrual intenso, acontece quando a quantidade de sangue eliminada durante a menstruação é maior do que o considerado normal.

    Apesar de muitas vezes ser considerada comum, o fluxo intenso pode afetar diretamente a qualidade de vida, causar anemia e até sinalizar doenças mais sérias, como distúrbios hormonais ou alterações uterinas.

    Mas afinal, como é possível identificar se a menstruação é mais intensa que o normal? Quem convive com a condição costuma sentir impacto direto na qualidade de vida, e alguns sinais podem indicar que é hora de procurar um ginecologista. Entenda mais, a seguir!

    O que é ter um ciclo menstrual regular?

    De acordo com a ginecologista e obstetra Andreia Sapienza, um ciclo regular dura entre 25 e 35 dias, sendo contado do primeiro dia de uma menstruação até o primeiro dia seguinte. O sangramento deve ter duração de 3 a 7 dias. O padrão mais comum é o ciclo de 28 dias, mas variações dentro desta faixa ainda são consideradas normais.

    No ciclo, há duas fases principais:

    • Fase folicular: dura em média 15 dias e corresponde ao desenvolvimento do óvulo;
    • Fase lútea: ocorre após a ovulação, quando o corpo se prepara para uma possível gestação.

    O fluxo menstrual normal apresenta maior intensidade entre o segundo e o terceiro dia, diminuindo gradualmente até acabar. Muitas mulheres confundem irregularidade com ciclos que simplesmente acontecem duas vezes no mesmo mês, mas que ainda estão dentro da faixa considerada normal.

    O que é menorragia?

    O fluxo menstrual intenso acontece quando a perda de sangue é maior do que o esperado, seja pela quantidade ou pela duração. Nessa situação, o sangramento:

    • Dura mais de 7 dias consecutivos;
    • Exige a troca de absorvente a cada 1 ou 2 horas;
    • Gera coágulos grandes e volumosos;
    • Há episódios de vazamento noturno, mesmo com absorventes adequados;
    • Interfere nas atividades diárias, como trabalhar, estudar ou praticar exercícios.

    Normalmente, pessoas que convivem com a menorragia precisam lidar com a necessidade de trocar absorventes a cada hora, roupas manchadas, noites mal dormidas e até dificuldade para manter compromissos sociais e profissionais.

    De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CCD), mulheres com fluxo intenso perdem em média 80 ml de sangue por ciclo, o dobro do volume considerado normal. Em alguns casos, isso pode levar a quadros de anemia — provocando fadiga, tontura e falta de concentração.

    Veja também: Causas comuns de sangramento fora do período menstrual

    Sintomas da menorragia

    Nem sempre é fácil identificar quando o fluxo menstrual está mais intenso que o normal. Por isso, é importante observar alguns sinais, como:

    • Sangramento que dura mais de uma semana;
    • Troca frequente de absorventes (a cada 1 hora);
    • Uso de dupla proteção (absorvente interno e externo juntos);
    • Presença de coágulos grandes;
    • Dores abdominais fortes durante a menstruação.

    Quando procurar ajuda médica?

    Se você apresenta mais de dois desses sintomas com frequência, é fundamental procurar um ginecologista. O fluxo intenso pode ser apenas uma característica do seu corpo, mas também pode estar ligado a problemas de saúde que exigem acompanhamento.

    O que pode causar fluxo menstrual intenso?

    O ciclo menstrual faz parte da vida da maioria das mulheres em idade fértil, mas quando o sangramento é muito intenso, ele pode indicar a presença de algumas condições. Entre as mais comuns, de acordo com pesquisas e orientações da ginecologista Andreia Sapienza, destacamos:

    • Alterações anatômicas: miomas, pólipos e adenomiose;
    • Alterações hormonais: disfunções da tireoide, alterações da prolactina, síndrome dos ovários policísticos;
    • Distúrbios de coagulação;
    • Uso de medicamentos: como anticoagulantes;
    • Fatores ligados ao estilo de vida: como estresse intenso, mudanças de peso ou prática excessiva de exercícios.

    Como é feita a investigação do fluxo menstrual intenso?

    Para descobrir a causa do fluxo menstrual intenso, o médico avalia os sintomas do paciente e pode pedir alguns exames, como:

    • Ultrassonografia transvaginal: avalia o útero e os ovários, identificando miomas, pólipos, cistos e sinais de adenomiose;
    • Exames de sangue: o hemograma detecta anemia, enquanto dosagens hormonais ajudam a verificar a função da tireoide, da prolactina e da ovulação;
    • Exames de coagulação: investigam possíveis distúrbios no sangue que favoreçam sangramentos aumentados;
    • Biópsia do endométrio: indicada em casos específicos, principalmente para mulheres acima dos 40 anos ou com histórico familiar de câncer ginecológico.

    Leia mais: Higiene menstrual: conheça os principais cuidados durante o ciclo

    Tratamentos para fluxo menstrual intenso

    O tratamento do fluxo menstrual intenso varia de acordo com a causa da condição, e pode incluir:

    • Terapia hormonal: com anticoncepcionais orais, DIU hormonal, implantes ou injeções de progesterona, que reduzem ou até suspendem a menstruação;
    • Medicamentos específicos: como o ácido tranexâmico, usados em episódios agudos de sangramento;
    • Anti-inflamatórios não hormonais: que ajudam a controlar cólicas e reduzem discretamente o fluxo;
    • Cirurgias: quando há miomas, pólipos ou outras alterações estruturais que não respondem ao tratamento clínico. Em casos graves, pode ser indicada a histerectomia (retirada do útero).

    Em casos de anemia, também é fundamental indicar um tratamento com suplementação. No entanto, conforme reforça Andrea, não adianta apenas tratar a anemia sem controlar o sangramento: é preciso “fechar a torneira” para que o corpo consiga se recuperar.

    Riscos do fluxo menstrual intenso

    O maior problema do fluxo intenso é a anemia, já que o corpo perde ferro e hemoglobina de forma mais rápida do que consegue repor. Nesse cenário, a pessoa sente cansaço constante, falta de disposição, palpitações, queda de cabelo, unhas frágeis e falta de ar. Em casos graves, a anemia pode causar complicações cardíacas.

    Por isso, o hemograma é geralmente um dos primeiros exames solicitados quando há suspeita de fluxo aumentado. Se o resultado confirmar anemia, é muito provável que a menstruação abundante esteja diretamente ligada ao quadro.

    Veja também: TPM ou TDPM? Entenda as principais diferenças nos sintomas

    Perguntas frequentes sobre fluxo menstrual intenso

    1. Como saber se meu fluxo é realmente intenso?

    Se você precisa trocar o absorvente a cada 1 ou 2 horas, usa dupla proteção (absorvente interno e externo juntos), fica mais de 7 dias menstruada ou apresenta sinais de anemia, como cansaço extremo, tontura ou falta de ar, é bem provável que esteja com fluxo menstrual intenso. Nesses casos, é fundamental procurar um médico.

    2. Como diminuir o fluxo menstrual rápido?

    Alguns remédios, como anti-inflamatórios, podem reduzir o sangramento. Porém, só devem ser usados com indicação médica, pois cada caso tem uma origem diferente e a automedicação pode mascarar sintomas importantes ou até piorar o problema.

    3. Chá para diminuir o fluxo menstrual funciona?

    Não existem evidências científicas de que o consumo de chá realmente controle o fluxo intenso. Eles podem até ajudar no alívio de cólicas leves, mas não substituem tratamento médico.

    4. Ibuprofeno diminui o fluxo menstrual?

    Sim. O ibuprofeno, além de aliviar a dor, pode reduzir o volume do sangramento em até 30%, segundo estudos. Mas deve ser usado apenas com orientação médica, principalmente para quem tem problemas gástricos.

    5. Existe diferença entre cólica menstrual forte e fluxo menstrual intenso?

    Sim, são coisas diferentes, mas que podem aparecer juntas. A cólica menstrual (ou dismenorreia) é a dor causada pela contração do útero para eliminar o endométrio, podendo variar de leve a incapacitante.

    Já o fluxo menstrual intenso (menorragia) se refere especificamente à quantidade de sangue eliminada. Uma mulher pode ter cólicas fortes sem apresentar fluxo intenso, e também pode ter fluxo abundante sem sentir muita dor.

    Leia também: Por que algumas mulheres sentem mudanças cognitivas ao longo do ciclo menstrual?

  • Picada de abelha: o que fazer na hora e quando correr para o hospital 

    Picada de abelha: o que fazer na hora e quando correr para o hospital 

    Uma picada de abelha costuma provocar dor imediata, vermelhidão e bastante desconforto e, em muitos casos, o susto pode ser maior do que a gravidade da situação. Ainda assim, saber agir rapidamente faz diferença para aliviar os sintomas e evitar complicações.

    Embora a maioria das picadas cause apenas reações locais leves, algumas pessoas podem desenvolver alergias importantes ou apresentar quadros mais graves, especialmente após múltiplas picadas. Por isso, entender os sinais de alerta é muito importante.

    O que acontece após a picada

    A picada de abelha é comum e, na maioria das vezes, causa apenas dor local, vermelhidão e inchaço. Em algumas pessoas, no entanto, a picada pode desencadear reações alérgicas mais intensas, que exigem atenção médica imediata.

    Saber como agir rapidamente ajuda a aliviar os sintomas e prevenir complicações.

    Quando a abelha pica, ela injeta veneno na pele por meio do ferrão. Esse veneno provoca:

    • Dor imediata;
    • Vermelhidão;
    • Inchaço;
    • Sensação de queimação.

    Em alguns casos, o ferrão permanece na pele e continua liberando veneno por alguns segundos.

    O que fazer imediatamente

    As primeiras medidas são simples e eficazes.

    1. Remover o ferrão

    Retire o ferrão o mais rápido possível. Para isso, use a unha ou um objeto rígido (evite apertar o ferrão para não liberar mais veneno).

    2. Lavar o local

    Lave a região com água e sabão, isso é importante.

    3. Aplicar compressa fria

    O frio ajuda a reduzir dor e inchaço.

    Sintomas mais comuns

    Na maioria dos casos, a reação é leve. Os sintomas costumam ser:

    • Dor local;
    • Vermelhidão;
    • Inchaço;
    • Coceira.

    Esses sintomas costumam melhorar em poucas horas ou dias.

    Quando a reação é mais intensa

    Algumas pessoas podem apresentar reações maiores no local da picada.

    Entre elas:

    • Inchaço mais extenso;
    • Vermelhidão que aumenta ao longo das horas;
    • Desconforto prolongado.

    Mesmo assim, geralmente não se trata de uma situação grave.

    Reação alérgica grave (anafilaxia)

    Em casos raros, pode ocorrer reação alérgica grave, chamada anafilaxia.

    Os sinais de alerta são:

    • Falta de ar;
    • Inchaço nos lábios, língua ou rosto;
    • Urticária pelo corpo;
    • Tontura ou desmaio;
    • Queda de pressão.

    Essa é uma emergência médica e exige atendimento imediato.

    Quando procurar atendimento médico

    Procure ajuda imediatamente se houver:

    • Sinais de reação alérgica grave;
    • Múltiplas picadas;
    • Picada em boca, garganta ou olhos;
    • Dor intensa ou piora progressiva dos sintomas.

    Como aliviar os sintomas

    Além das medidas iniciais, pode-se utilizar:

    • Analgésicos;
    • Antialérgicos;
    • Cremes para coceira.

    Sempre com orientação médica, se necessário.

    Picadas múltiplas: atenção redobrada

    Múltiplas picadas podem levar a grande quantidade de veneno no organismo, o que aumenta o risco de complicações, mesmo em pessoas sem alergia conhecida.

    Como prevenir picadas de abelha

    Algumas medidas ajudam a reduzir o risco:

    • Evitar mexer em colmeias;
    • Não usar perfumes fortes em áreas abertas;
    • Usar roupas adequadas em ambientes com muitos insetos;
    • Manter distância de enxames.

    Veja mais: Quando a alergia vira emergência: entenda a anafilaxia

    Perguntas frequentes sobre picada de abelha

    1. Sempre precisa tirar o ferrão?

    Sim. Quanto antes remover, melhor.

    2. Pode colocar gelo?

    Sim. Compressas frias ajudam a aliviar os sintomas.

    3. É perigoso?

    Na maioria das vezes, não.

    4. Pode causar alergia?

    Sim. Algumas pessoas podem desenvolver reação alérgica grave.

    5. Precisa de remédio?

    Depende da intensidade dos sintomas.

    6. Quanto tempo dura?

    Geralmente melhora em poucos dias.

    7. Quando é emergência?

    Quando há sinais de reação alérgica grave, como falta de ar ou inchaço importante.

    Veja mais: Picada de escorpião: 12 sintomas e o que fazer imediatamente após a picada

  • Dor no peito: aprenda a diferenciar quando é um problema do coração  

    Dor no peito: aprenda a diferenciar quando é um problema do coração  

    A primeira ideia que vem à mente quando surge uma dor no peito é um problema cardíaco, como infarto ou angina. Mas nem sempre a origem está exatamente no coração. Questões musculares, digestivas e até emocionais também podem provocar sintomas semelhantes.

    Para esclarecer quando a dor deve ser considerada um alerta sério, conversamos com o cardiologista Pablo Cartaxo. “A dor no peito é um sintoma que gera muita ansiedade, mas nem toda dor nessa região significa um problema no coração”.

    Quais são as possíveis causas da dor no peito?

    Um dos motivos mais frequentes para uma dor no peito é um problema osteomuscular, que envolve ossos, músculos ou articulações da região torácica. “Geralmente está ligada a esforço físico ou má postura”, destaca Pablo Cartaxo.

    Outra causa comum são os problemas gastrointestinais, frequentemente confundidos com dor cardíaca, sendo normalmente relacionados ao refluxo gastroesofágico. “Esses sintomas geralmente têm relação com a alimentação ou com a posição de deitar”, explica Cartaxo.

    Dor no peito e ansiedade também podem estar relacionadas. Crises de ansiedade e estresse ativam o sistema nervoso, liberando adrenalina e acelerando os batimentos cardíacos.

    Por fim, estão as causas cardíacas, que podem ser desencadeadas por esforço físico ou estresse e melhorar com repouso, podendo vir acompanhadas de suor frio, náuseas e sensação de morte iminente. Esse é o tipo de dor que deve ser considerado uma urgência médica.

    Confira: Trabalha sentado o dia todo? Conheça os riscos para o coração e o que fazer

    Como é a dor típica de problema cardíaco?

    A dor cardíaca clássica está ligada à angina (falta de sangue e oxigênio no coração) ou ao infarto. Segundo Cartaxo, nesses casos, a dor causa “um aperto ou peso no centro do tórax, que pode irradiar para braços, mandíbulas ou costas, piorando com o esforço”.

    O médico alerta que outras doenças cardíacas também causam dor:

    • Pericardite: inflamação da membrana que envolve o coração. A dor piora ao deitar e ao respirar fundo, mas melhora quando a pessoa inclina o tronco para a frente.
    • Dissecção de aorta: emergência gravíssima. A dor surge de forma súbita, muito intensa, descrita como “rasgando” o peito e irradiando para as costas. Exige atendimento imediato.

    Segundo Pablo Cartaxo, um dos maiores mitos é acreditar que a dor no peito cardíaca é sempre insuportável. O cardiologista alerta: “A dor cardíaca pode se manifestar como um leve desconforto, uma pressão sutil ou até mesmo uma sensação estranha no peito”.

    Ele explica que mulheres, idosos e diabéticos muitas vezes apresentam sintomas atípicos, como dor abdominal, náuseas ou apenas mal-estar. Esses sinais discretos podem mascarar um infarto, tornando fundamental valorizar qualquer desconforto novo.

    Veja também: Como o estresse afeta o coração e o que fazer para proteger a saúde cardiovascular

    Sintomas que reforçam a suspeita de origem cardíaca

    Além da dor, outros sintomas são fortes indícios de problema no coração:

    • Falta de ar súbita ou ao realizar esforços leves;
    • Suor frio inesperado;
    • Náuseas, vômitos ou mal-estar geral;
    • Tontura ou sensação de desmaio iminente.

    Se esses sintomas estiverem presentes junto com a dor no peito, não deixe de procurar ajuda médica para uma avaliação detalhada.

    Leia mais: Apneia do sono e a saúde do coração: uma conexão perigosa

    Quando a dor pode não ser do coração?

    Esses sintomas citados acima normalmente relacionam a dor no peito a uma causa cardíaca, mas nem toda dor no peito tem relação com o coração. Algumas características ajudam a diferenciar:

    • Dor muscular: localizada, piora com movimento ou ao pressionar a região;
    • Dor digestiva: sensação de queimação que sobe do estômago ou piora após refeições;
    • Estresse e ansiedade: podem gerar dor no peito, palpitações e falta de ar.

    De qualquer forma, o recado do especialista é claro. “Na dúvida, procure ajuda. Interrompa o que estiver fazendo e repouse”, diz Cartaxo. “Se a dor for forte, nova ou vier com outros sintomas (falta de ar, suor), acione um serviço de emergência (SAMU 192) ou vá imediatamente a um pronto-socorro. Não dirija e nunca se automedique”.

    Exames que ajudam no diagnóstico

    O cardiologista explica que, assim que o paciente chega ao pronto-socorro com dor no peito, são realizados exames como o eletrocardiograma (ECG) e exames de sangue, como a troponina, para detectar danos no músculo cardíaco.

    “A partir daí, para uma investigação completa, o cardiologista pode solicitar exames de imagem como o ecocardiograma e a angiotomografia coronariana, ou testes para avaliar o coração em esforço, como cintilografia miocárdica. Em casos específicos, o cateterismo cardíaco pode ser necessário”.

    Confira:

    Perguntas Frequentes sobre dor no peito

    1. Toda dor no peito é do coração?

    Não. Ela pode ter origem muscular, digestiva, emocional ou respiratória.

    2. Como diferenciar dor cardíaca de muscular?

    A dor cardíaca é um aperto ou peso, muitas vezes irradiada para outras partes do corpo. Já a muscular é localizada e piora ao movimentar ou tocar a região.

    3. Dor no peito por ansiedade existe?

    Sim. A ansiedade pode causar dor torácica, mas essa causa só deve ser considerada após exames descartarem causas físicas.

    4. Dor cardíaca sempre é intensa?

    Não. Ela pode ser leve, discreta e até confundida com má digestão, principalmente em mulheres, idosos e diabéticos.

    5. Que exames ajudam a diagnosticar dor no peito?

    Eletrocardiograma, exames de sangue (troponina), ecocardiograma, tomografia e, em alguns casos, cateterismo.

    6. Existem diferenças da dor no peito entre homens e mulheres?

    Sim. Nas mulheres, os quadros de infarto muitas vezes não incluem dor torácica intensa. É mais comum aparecer cansaço extremo, dor nas costas, estômago ou mandíbula, além de náuseas.

    7. Quando procurar ajuda urgente?

    Se a dor for nova, intensa ou vier acompanhada de falta de ar, suor frio, tontura ou mal-estar, deve-se acionar o SAMU (192) ou ir ao pronto-socorro imediatamente.

    Leia também: Saúde do coração após a menopausa: conheça os cuidados nessa fase da vida

  • Suor noturno excessivo: o que pode ser e quando você deve se preocupar? 

    Suor noturno excessivo: o que pode ser e quando você deve se preocupar? 

    Você já ouviu falar em sudorese noturna? O termo é usado para descrever aquele suor intenso que aparece durante a noite, a ponto de molhar a roupa de dormir e até os lençois.

    Diferente da transpiração que ocorre por causa de um ambiente abafado ou de um cobertor mais pesado, o sintoma aparece mesmo em temperaturas amenas e, normalmente, de forma repentina.

    A seguir, esclarecemos o que pode estar causando o suor noturno excessivo e quando é importante ir ao médico.

    O que pode causar o suor noturno excessivo?

    O suor noturno não é uma doença em si, mas um sintoma que pode estar relacionado a diversos processos do corpo.

    Quando o sistema nervoso percebe que a temperatura interna está subindo, ele ativa as glândulas sudoríparas para resfriar o organismo. No entanto, várias condições podem desregular o termostato natural durante o sono, como:

    1. Alterações hormonais

    As alterações hormonais são as principais causas do suor noturno excessivo, especialmente em mulheres. A queda nos níveis de estrogênio durante a menopausa ou no período pré-menstrual interfere na regulação térmica do cérebro, provocando as famosas ondas de calor (fogachos) que também ocorrem à noite.

    2. Ansiedade e estresse

    O estado de alerta constante provocado pela ansiedade mantém o sistema nervoso simpático ativado por mais tempo do que o ideal, o que resulta em um aumento da frequência cardíaca, maior liberação de hormônios como o cortisol e elevação da temperatura corporal.

    Consequentemente, é comum ter episódios de suor frio durante a noite, muitas vezes acompanhados de sensação de inquietação e dificuldade para voltar a dormir. Em casos mais intensos, a pessoa pode acordar com a sensação de tensão no corpo, respiração acelerada e até palpitações.

    3. Infecções

    O aumento da temperatura corporal é um dos mecanismos de defesa do organismo durante quadros de infecção, como a gripe ou o resfriado, pois dificulta a multiplicação de vírus e bactérias. Quando a temperatura começa a cair, é comum ocorrer a sudorese, especialmente durante a noite, como uma forma de regular o calor interno.

    O processo faz parte da resposta do sistema imunológico e, normalmente, o sintoma desaparece conforme a infecção é tratada.

    4. Apneia obstrutiva do sono

    A pessoa com apneia do sono apresenta pausas na respiração durante a noite, muitas vezes sem perceber. A cada pausa, o nível de oxigênio cai, e o corpo precisa fazer um esforço extra para normalizar a respiração.

    Assim, o processo é interpretado pelo organismo como um estado de alerta, ativando o sistema nervoso e liberando hormônios como a adrenalina, o que gera um intenso estresse físico.

    Como consequência, pode ocorrer uma sudorese excessiva, principalmente na região do pescoço, do tórax e da cabeça. Além do suor, você pode acordar cansado, com dor de cabeça, boca seca e sensação de sono não reparador.

    5. Hipoglicemia

    A queda do nível de açúcar no sangue durante a noite é mais comum em pessoas que usam insulina ou medicamentos para diabetes. O organismo reage a essa queda liberando hormônios como a adrenalina, como se estivesse diante de uma situação de perigo, o que também pode causar tremores, coração acelerado e até confusão ao acordar.

    6. Uso de medicamentos

    O suor noturno excessivo é um efeito colateral que pode surgir com o uso de alguns medicamentos, em especial os que interferem em áreas do cérebro responsáveis pela regulação da temperatura corporal. Alguns exemplos incluem:

    • Antidepressivos;
    • Antitérmicos, como o paracetamol e a aspirina;
    • Medicamentos para reposição hormonal;
    • Remédios para o tratamento da pressão alta.

    Nesses casos, o suor tende a aparecer de forma recorrente após o início do uso do remédio. Quando o sintoma causa desconforto ou afeta a qualidade do sono, vale conversar com o médico para avaliar possíveis ajustes na dose ou alternativas de tratamento.

    7. Problemas na tireoide

    Os distúrbios da tireoide estão entre as causas mais frequentes de suor noturno, especialmente o hipertireoidismo. Quando a glândula produz hormônios em excesso, ela acelera o metabolismo basal, como se o termostato natural do corpo estivesse ajustado para uma temperatura muito alta.

    O estado de hiperatividade faz com que o organismo produza mais calor interno e tenha dificuldade para se resfriar, provocando o suor intenso mesmo em ambientes frescos.

    Além da sudorese, o quadro costuma vir acompanhado de outros sinais de alerta, como batimentos cardíacos acelerados, tremores nas mãos, irritabilidade e perda de peso sem causa aparente.

    O suor noturno pode ser sinal de câncer?

    Em casos raros, quando o suor excessivo está associado ao câncer, ele costuma aparecer em quadros como linfomas, que são cânceres do sistema linfático, e algumas leucemias. Nesses casos, o suor tende a ser intenso, frequente e persistente, a ponto de encharcar roupas e lençois com regularidade, independentemente da temperatura do quarto.

    No entanto, é importante ter atenção quando o suor noturno vem acompanhado de outros sinais, como:

    • A perda de peso sem explicação;
    • A febre persistente;
    • O cansaço excessivo;
    • O aumento de gânglios (ínguas), principalmente no pescoço, nas axilas ou na virilha.

    Se o suor noturno frequente estiver associado a qualquer um dos sinais, é fundamental buscar uma avaliação médica para uma investigação mais detalhada.

    Como aliviar o suor excessivo à noite?

    Se a causa do suor noturno não for uma condição de saúde, algumas mudanças no ambiente e nos hábitos podem reduzir drasticamente o desconforto, como:

    • Use tecidos de algodão ou linho, que permitem que a pele respire, e evite materiais sintéticos como poliéster;
    • Mantenha o ambiente bem ventilado, usando ventiladores ou ar-condicionado em temperaturas amenas;
    • Prefira usar várias mantas leves em vez de um único edredom pesado, facilitando o ajuste durante a noite;
    • Evite jantares pesados e alimentos termogênicos, como pimenta, gengibre e cafeína, antes de dormir;
    • Evite o consumo de álcool à noite, pois ele dilata os vasos sanguíneos e aumenta o calor corporal;
    • Beba um copo de água fresca antes de deitar e mantenha uma garrafa ao lado da cama;
    • Tome um banho em temperatura agradável (nem quente, nem frio) para ajudar o corpo a relaxar e resfriar;
    • Pratique técnicas de respiração ou meditação para evitar que o estresse ative o suor por nervosismo.

    Além das medidas práticas, é importante observar o horário em que o suor ocorre. Se a transpiração for persistente mesmo após você ajustar o ambiente e trocar os tecidos da cama, pode ser um sinal de que o corpo não está conseguindo realizar a termorregulação sozinho.

    Quando ir ao médico?

    Procure um profissional de saúde nas seguintes situações:

    • Persistência do suor noturno por mais de duas ou três semanas seguidas;
    • Interrupção do sono para trocar roupas ou lençois;
    • Presença de febre, mesmo que baixa e recorrente;
    • Perda de peso sem mudança na rotina;
    • Presença de outros sinais, como cansaço, tosse, dor ou ínguas;
    • Início do suor após mudança de medicação.

    Como o suor noturno pode ser um sintoma silencioso de várias questões de saúde, o acompanhamento médico é recomendado sempre que ele for persistente.

    Leia também: Cura ou remissão do câncer? Entenda a diferença entre os termos

    Perguntas frequentes

    1. O que é considerado suor noturno excessivo?

    É a transpiração intensa que ocorre durante o sono, a ponto de molhar as roupas de dormir e os lençóis, mesmo quando o ambiente não está excessivamente quente.

    2. Suor noturno em homens é sinal de quê?

    Pode indicar baixos níveis de testosterona (andropausa), apneia do sono, estresse ou até consumo excessivo de álcool.

    3. Refluxo pode causar transpiração à noite?

    Embora menos comum que a azia, o estresse físico causado pelo retorno do ácido ao esôfago pode desencadear sudorese em algumas pessoas.

    4. O que é “suor frio” ao dormir?

    É o suor que ocorre sem o aumento da temperatura corporal, normalmente ligado a quedas de pressão, hipoglicemia ou crises de pânico.

    5. Qual o melhor tecido para quem sua muito?

    O algodão e o linho são os melhores, pois absorvem a umidade e permitem que a pele respire. Evite tecidos sintéticos como o poliéster.

    6. Tomar banho gelado antes de dormir ajuda?

    O ideal é o banho morno. O banho gelado pode causar um efeito rebote, fazendo o corpo trabalhar para se aquecer logo em seguida.

    7. É normal suar apenas na cabeça durante o sono?

    Em adultos, isso pode estar ligado ao estresse, apneia do sono ou problemas na tireoide. Se for em crianças, frequentemente é normal devido ao amadurecimento do sistema de regulação térmica, mas deve ser avaliado se houver febre.

    8. O que é a hiperidrose idiopática?

    É uma condição onde a pessoa apresenta suor excessivo sem uma causa médica aparente. Nesses casos, as glândulas sudoríparas são apenas hiperativas por questões genéticas ou constitucionais.

    Veja também: Reposição hormonal na menopausa: benefícios e riscos

  • 7 sintomas de AVC que não podem ser ignorados

    7 sintomas de AVC que não podem ser ignorados

    O AVC, também chamado de acidente vascular cerebral ou, popularmente, derrame, é uma emergência médica. Ele acontece quando o fluxo de sangue para uma parte do cérebro é interrompido ou quando ocorre sangramento cerebral. Nos dois casos, o tempo faz toda a diferença: quanto mais rápido o atendimento, maiores as chances de sobrevivência e menores as chances de sequelas. :contentReference[oaicite:0]{index=0}

    O problema é que os sintomas nem sempre são reconhecidos de imediato. Algumas pessoas esperam melhorar sozinhos, atribuem os sinais a mal-estar, labirintite, cansaço ou pressão alta, e acabam perdendo um tempo precioso. Por isso, saber identificar os principais sinais de alerta é a maneira mais eficaz de proteger a própria saúde e a de quem está por perto. :contentReference[oaicite:1]{index=1}

    O que é um AVC?

    O AVC acontece quando o cérebro deixa de receber sangue adequadamente. Isso pode ocorrer por obstrução de um vaso, no caso do AVC isquêmico, ou por rompimento de um vaso, no caso do AVC hemorrágico. :contentReference[oaicite:2]{index=2}

    Segundo o Ministério da Saúde, o AVC é uma das principais causas de morte e incapacidade, e o diagnóstico rápido é essencial para que o tratamento seja feito dentro da chamada janela terapêutica. :contentReference[oaicite:3]{index=3}

    Como o cérebro depende de oxigênio e nutrientes circulando o tempo todo, qualquer interrupção pode afetar funções importantes como fala, visão, força, equilíbrio e consciência. É por isso que os sintomas costumam surgir de forma súbita e exigem atendimento imediato. :contentReference[oaicite:4]{index=4}

    Por que agir rápido é tão importante?

    No AVC, cada minuto importa. Em alguns tipos de AVC isquêmico, existe tratamento específico que pode ajudar a desobstruir o vaso e reduzir danos, mas ele precisa ser iniciado dentro de um tempo limitado. :contentReference[oaicite:5]{index=5}

    Diante dos sintomas, a recomendação é acionar o SAMU pelo número 192 ou levar a pessoa imediatamente a um serviço de emergência. :contentReference[oaicite:6]{index=6}

    Isso significa que reconhecer o quadro em casa, no trabalho ou na rua pode realmente mudar o desfecho. Esperar para ver se melhora pode custar funções cerebrais importantes e aumentar o risco de sequelas permanentes. :contentReference[oaicite:7]{index=7}

    7 sintomas de AVC que você não deve ignorar

    Os sinais de AVC costumam aparecer de repente. Em geral, o que chama atenção é justamente a instalação súbita de um déficit neurológico. Veja abaixo 7 deles. :contentReference[oaicite:8]{index=8}

    1. Fraqueza ou formigamento em um lado do corpo

    Esse é um dos sinais mais clássicos. A pessoa pode sentir ou demonstrar fraqueza no rosto, no braço ou na perna, geralmente de um lado só. Às vezes, começa como um braço mole, dificuldade de segurar objetos ou sensação estranha em uma metade do corpo. :contentReference[oaicite:9]{index=9}

    Também pode haver assimetria facial, com um lado do rosto mais caído. Esse é um dos elementos centrais das escalas rápidas de reconhecimento de AVC usadas no atendimento pré-hospitalar. :contentReference[oaicite:10]{index=10}

    2. Dificuldade para falar ou fala enrolada

    A pessoa pode começar a falar de forma arrastada, trocar palavras, ter dificuldade para organizar frases ou simplesmente não conseguir falar. Em outros casos, ela até fala, mas o conteúdo fica confuso ou sem sentido. :contentReference[oaicite:11]{index=11}

    Esse sintoma costuma assustar quem presencia, e com razão, pois alterações súbitas da fala devem sempre ser tratadas como urgência. :contentReference[oaicite:12]{index=12}

    3. Dificuldade para compreender o que está sendo dito

    Além de falar com dificuldade, a pessoa também pode não conseguir entender frases simples ou parecer completamente desorientada diante de uma conversa comum. Isso às vezes é confundido com confusão mental ou desatenção, mas pode ser manifestação direta do AVC. :contentReference[oaicite:13]{index=13}

    Quando a compreensão muda de forma súbita, especialmente junto com outros sinais neurológicos, as alterações precisam ser levadas a sério imediatamente. :contentReference[oaicite:14]{index=14}

    4. Alteração visual súbita

    A perda de visão em um ou nos dois olhos, a visão embaçada repentina ou a sensação de cortina cobrindo parte do campo visual podem ser sinais de AVC. Nem toda alteração visual significa problema oftalmológico; quando surge de repente, também pode ter origem neurológica. :contentReference[oaicite:15]{index=15}

    Muita gente tende a minimizar esse sintoma, principalmente se ele melhora rápido. Ainda assim, é um sinal de alerta importante e não deve ser ignorado. :contentReference[oaicite:16]{index=16}

    5. Tontura intensa, perda de equilíbrio ou dificuldade para andar

    Alguns AVCs podem se manifestar principalmente com alteração do equilíbrio, da coordenação e da marcha. A pessoa pode cambalear, não conseguir se manter em pé direito ou sentir uma tontura súbita associada a instabilidade marcante. :contentReference[oaicite:17]{index=17}

    Como tontura também é um sintoma comum em outras situações, aqui o detalhe importante é o contexto: o início súbito e a presença de outros sinais neurológicos aumentam muito a suspeita de AVC. :contentReference[oaicite:18]{index=18}

    6. Dor de cabeça súbita e muito intensa

    A dor de cabeça do AVC não é a mais comum em todos os casos, mas quando aparece de forma abrupta, intensa e sem causa aparente, ela precisa ser valorizada. Esse sinal é especialmente lembrado nos quadros hemorrágicos. :contentReference[oaicite:19]{index=19}

    Quando essa dor vem acompanhada de náusea, vômito, sonolência, confusão ou perda de força, a urgência fica ainda maior. :contentReference[oaicite:20]{index=20}

    7. Confusão mental, sonolência ou rebaixamento do nível de consciência

    Em alguns casos, o AVC pode não começar apenas com um sintoma motor ou de fala. A pessoa pode parecer muito confusa, ficar excessivamente sonolenta, perder o contato com o ambiente ou até desmaiar. Nos AVCs hemorrágicos, esse tipo de apresentação pode ser mais evidente. :contentReference[oaicite:21]{index=21}

    Esse é um sinal de gravidade e nunca deve ser visto como algo para observar em casa. Se houver alteração neurológica súbita, o correto é buscar atendimento imediato. :contentReference[oaicite:22]{index=22}

    Existe uma forma simples de lembrar dos sinais?

    Sim. Uma forma prática é observar três pontos muito conhecidos no reconhecimento rápido do AVC:

    • Rosto torto ou assimétrico;
    • Fraqueza em um braço ou perna;
    • Fala alterada ou dificuldade para se comunicar.

    Se qualquer um desses sinais surgir de repente, a orientação é considerar AVC até prova em contrário e agir rápido. :contentReference[oaicite:23]{index=23}

    O que fazer diante de uma suspeita de AVC?

    A primeira atitude é não esperar melhorar sozinho. O correto é ligar para o SAMU por meio do número 192 ou levar a pessoa imediatamente para atendimento de urgência. :contentReference[oaicite:24]{index=24}

    Também é importante tentar identificar o horário em que os sintomas começaram ou o último momento em que a pessoa foi vista bem, porque isso ajuda a equipe médica a definir a estratégia de tratamento. :contentReference[oaicite:25]{index=25}

    Algumas atitudes que ajudam:

    • Acionar atendimento de urgência imediatamente;
    • Manter a pessoa em segurança, sentada ou deitada;
    • Não oferecer comida, bebida ou remédios por conta própria;
    • Informar à equipe o horário do início dos sintomas ou o último momento em que ela estava sem sintomas.

    Nem todo sintoma dura muito: e se melhorar?

    Mesmo que os sintomas melhorem rapidamente, isso não elimina a gravidade. Alguns quadros podem representar um ataque isquêmico transitório, que é um grande sinal de alerta para AVC. :contentReference[oaicite:26]{index=26}

    Ou seja, mesmo que tenha passado sozinho, não é motivo para ignorar o episódio. A avaliação médica continua sendo necessária. :contentReference[oaicite:27]{index=27}

    Confira: Fibrilação atrial: a arritmia silenciosa que pode causar AVC

    Perguntas frequentes sobre sintomas de AVC

    1. AVC sempre causa desmaio?

    Não. Muitos AVCs acontecem sem desmaio, com sinais como fala alterada, fraqueza em um lado do corpo ou perda de visão.

    2. Dor de cabeça forte pode ser AVC?

    Sim, especialmente quando é súbita, intensa e sem causa aparente.

    3. Tontura pode ser sinal de AVC?

    Pode, principalmente quando surge de repente e vem junto com perda de equilíbrio, dificuldade para andar ou outros sintomas neurológicos.

    4. Se o sintoma passar rápido, ainda preciso procurar ajuda?

    Sim. Mesmo sintomas transitórios precisam ser avaliados.

    5. O que fazer primeiro diante da suspeita?

    Acionar o SAMU por meio do número 192 ou levar imediatamente a um serviço de emergência.

    6. AVC e derrame são a mesma coisa?

    Sim. Derrame é um termo popular para acidente vascular cerebral.

    7. Quanto mais rápido o atendimento, melhor?

    Sim. O tempo influencia diretamente as chances de recuperação e o risco de sequelas.

    Veja mais: Ataque Isquêmico Transitório: o ‘mini-AVC’ que não pode ser ignorado

  • 6 principais causas da sede excessiva (além do normal)

    6 principais causas da sede excessiva (além do normal)

    A sensação de sede é a maneira natural do corpo avisar que precisa de hidratação, especialmente após praticar atividades físicas, consumir alimentos salgados ou em dias de calor intenso. Mas, se a vontade de beber água se torna constante, persistente e parece nunca passar, pode indicar que o organismo está tentando compensar algum desequilíbrio interno.

    O quadro, conhecido como polidipsia, pode ter diferentes causas e merece investigação quando se mantém por vários dias. Em algumas situações, o organismo perde mais líquidos do que o habitual ou apresenta alterações na forma como regula o equilíbrio hídrico, o que mantém o estímulo de sede constantemente ativado.

    Beber muita água é sempre sinal de problema?

    A necessidade de ingestão de líquidos varia de forma significativa de pessoa para pessoa, dependendo de fatores como o peso corporal, o nível de atividade física e o clima da região onde se vive. Em dias muito quentes ou após um treino intenso, é completamente normal sentir sede com frequência para repor o que foi perdido por meio do suor.

    Mas então, quando é necessário se preocupar? Quando a sede aparece de forma repentina, excessiva e desproporcional ao estilo de vida.

    Se você passou a beber muito mais água do que o normal, sem que tenha havido mudança na rotina de exercícios ou aumento da temperatura, isso pode indicar que o corpo está tentando compensar algum desequilíbrio interno. Nesses casos, vale procurar um médico para investigar o que está acontecendo.

    O que pode causar a sede constante?

    A sede persistente é um sintoma que pode ter causas variadas, desde hábitos alimentares até condições hormonais complexas.

    1. Diabetes

    Em quadros de diabetes, quando os níveis de açúcar (glicose) no sangue estão muito altos, os rins não conseguem reabsorvê-la e precisam produzir mais urina para eliminar esse excesso do corpo. Como resultado, você perde muito líquido e o cérebro envia sinais constantes de sede para tentar evitar a desidratação.

    2. Desidratação

    A desidratação nem sempre acontece apenas por falta de ingestão de água. Na verdade, febre, episódios de diarreia ou vômitos são alguns dos fatores que fazem o corpo perder líquidos e eletrólitos rapidamente, gerando uma sede intensa que serve como um mecanismo de sobrevivência do organismo.

    3. Medicamentos diuréticos e anti-hipertensivos

    Os remédios utilizados para tratar a pressão alta ou o inchaço podem estimular os rins a eliminar mais água, aumentando a produção de urina ao longo do dia.

    Já os antidepressivos e os antipsicóticos podem provocar a sensação de boca seca (ou xerostomia), que o paciente muitas vezes confunde com a sede real, levando a uma ingestão de líquidos maior do que o necessário.

    4. Problemas nos rins

    Quando os rins não estão funcionando corretamente, eles podem perder a capacidade de concentrar a urina. Na prática, isso significa que o corpo elimina grandes volumes de água, mesmo sem necessidade, o que leva a uma perda contínua de líquidos. Para compensar, a sede aumenta, criando um ciclo em que a pessoa bebe mais água, mas continua urinando em excesso.

    5. Excesso de sal ou proteínas na dieta

    Uma alimentação muito rica em sódio ou o uso excessivo de suplementos proteicos exige que o corpo utilize mais água para processar essas substâncias e filtrá-las pelos rins. Se você aumentou o consumo de proteínas recentemente, a demanda por água tende a subir naturalmente.

    6. Anemia falciforme

    Em alguns casos, especialmente em crianças, a sede excessiva pode estar associada à anemia falciforme. A condição pode comprometer o funcionamento dos rins, dificultando a capacidade de concentrar a urina. Como resultado, há uma maior perda de líquidos e, consequentemente, um aumento da necessidade de hidratação.

    Sintomas que podem acompanhar a sede excessiva

    Quando a sede excessiva é causada por uma condição de saúde, ela pode aparecer acompanhada de sinais como:

    • Poliúria, que é o aumento do volume urinário, com vontade frequente de urinar ao longo do dia e também durante a noite;
    • Fome exagerada, conhecida como polifagia, aparece mesmo após as refeições, com sensação constante de falta de energia;
    • Visão turva ou embaçada, que ocorre quando o excesso de glicose no sangue afeta a nitidez da visão;
    • Cansaço extremo e a fraqueza que surgem mesmo sem esforço físico, devido à dificuldade do corpo em usar a energia;
    • Perda de peso inexplicável, que acontece sem mudanças na alimentação ou na rotina de exercícios;
    • Cicatrização lenta, o faz com que feridas e machucados demorem mais tempo para fechar;
    • Boca seca e os lábios rachados que persistem mesmo com a ingestão de líquidos;
    • Tonturas e dores de cabeça.

    Se a sede excessiva vier acompanhada de confusão mental, hálito com cheiro de fruta, vômitos persistentes ou dor abdominal forte, procure um pronto-atendimento imediatamente. Os sinais podem indicar complicações graves do diabetes, como a cetoacidose diabética.

    Como saber se a sede é emocional?

    A sede de origem emocional, conhecida como polidipsia psicogênica, normalmente está associada a um hábito compulsivo ou a uma tentativa do cérebro de aliviar o estresse e a ansiedade. Ela costuma surgir em momentos de tensão ou tédio, como uma forma de alívio, sem outros sinais físicos, como perda de peso ou alterações na glicose.

    Para diferenciar, vale observar se a necessidade de beber água desaparece quando você está distraído ou relaxado. Ao contrário das outras causas, como o diabetes, a sede emocional costuma acabar durante o sono e não te acorda durante a noite.

    Quando ir ao médico?

    É recomendado procurar um clínico geral ou endocrinologista se a sede excessiva persistir por mais de uma semana sem uma causa aparente, como calor intenso ou mudança na dieta. O diagnóstico precoce é importante para prevenir danos a longo prazo no corpo, como pode acontecer em casos de diabetes ou problemas renais, por exemplo.

    O que fazer para aliviar a sensação de boca seca?

    Para aliviar a sensação de boca seca, é preciso adotar medidas que estimulem a produção de saliva ou mantenham a mucosa oral protegida, como:

    • Estimular a salivação com o uso de chicletes ou balas sem açúcar ajuda a ativar as glândulas salivares; opções com xilitol também contribuem para prevenir cáries;
    • Hidratar-se de forma fracionada, com pequenos goles de água ao longo do dia, mantém a boca úmida por mais tempo e evita a ingestão excessiva de líquido de uma só vez;
    • Evitar irritantes como café, bebidas alcoólicas e tabaco reduz o ressecamento da mucosa bucal. Alimentos muito salgados ou picantes também podem aumentar o desconforto;
    • Utilizar saliva artificial, em spray ou gel, pode ajudar nos casos mais intensos, formando uma película protetora na boca, principalmente antes de dormir.

    Além das medidas, manter uma higiene bucal adequada e usar umidificadores de ar no quarto durante a noite podem ajudar a reduzir a secura ao acordar. Se o sintoma continuar mesmo com as mudanças, vale consultar um dentista ou um médico para investigar se o uso de algum medicamento pode estar causando o problema.

    Confira: Beber água demais é perigoso para a saúde?

    Perguntas frequentes

    1. Sede excessiva pode ser gravidez?

    Sim. Durante a gestação, o volume de sangue aumenta e os rins trabalham mais, o que pode causar mais sede. Também pode ser um sinal de diabetes gestacional.

    2. Beber 5 litros de água por dia faz mal?

    Sim, se for além da necessidade do corpo, pode causar hiponatremia (baixa de sódio no sangue), o que é perigoso para o cérebro.

    3. Pressão alta dá sede?

    A pressão alta, por si só, não costuma causar sede diretamente. No entanto, muitos dos medicamentos usados no tratamento, especialmente os diuréticos, aumentam a eliminação de líquidos pela urina e podem levar à sensação de sede ao longo do dia.

    4. Falta de qual vitamina causa sede?

    A deficiência de vitamina B12 pode provocar alterações na mucosa da boca e da língua, deixando a região mais sensível e ressecada. Com isso, pode surgir uma sensação de boca seca, que muitas vezes é percebida como sede.

    5. Café causa sede?

    Sim, a cafeína tem um leve efeito diurético, estimulando a produção de urina, o que pode contribuir para uma maior perda de líquidos, principalmente quando consumido em excesso.

    6. Por que idosos sentem menos sede?

    Com o envelhecimento, o centro da sede no cérebro torna-se menos sensível, o que aumenta o risco de desidratação grave.

    7. Beber água gelada mata mais a sede?

    A temperatura da água não altera a hidratação, mas a água gelada pode dar uma sensação maior de refrescância e alívio imediato na mucosa da boca, o que ajuda a acalmar o centro da sede mais rápido.

    8. Ressaca causa sede por quê?

    O álcool inibe o hormônio antidiurético (ADH), fazendo com que os rins eliminem muito mais água do que o normal. A sede no dia seguinte é o corpo tentando desesperadamente reverter a desidratação.

    Veja mais: Beber água não tratada pode causar o quê? Veja os riscos

  • Unhas amareladas: 7 possíveis causas e quando ir ao médico

    Unhas amareladas: 7 possíveis causas e quando ir ao médico

    Você notou as unhas amareladas ultimamente? A mudança de cor é bastante comum com o uso constante de esmaltes escuros, mas, quando ela vem acompanhada de outros sinais, pode indicar algum problema de saúde, como uma deficiência nutricional.

    Além da coloração diferente, é importante observar se há alterações na textura, como unhas mais espessas, frágeis, quebradiças ou com descamação. Em algumas situações, o amarelamento pode estar relacionado a infecções fúngicas, especialmente quando surge junto com deformidades ou descolamento da unha.

    Para te ajudar a recuperar a força e a cor natural das unhas, esclarecemos a seguir as principais causas do amarelamento e o que pode ser feito em cada situação. Dá uma olhada!

    O que pode causar as unhas amareladas?

    As unhas amareladas podem ter várias causas, desde hábitos do dia a dia até algumas condições de saúde.

    1. Uso frequente de esmaltes escuros

    Os esmaltes com pigmentação intensa, como os tons vermelhos, vinhos e pretos, podem manchar a superfície da unha, principalmente quando são usados por longos períodos sem intervalo.

    Quando você não usa uma base protetora antes de aplicar o esmalte, os pigmentos penetram mais facilmente na lâmina ungueal, deixando um tom amarelado ou opaco. Nesse caso, a alteração costuma ser superficial e melhora com o crescimento da unha.

    2. Infecções fúngicas (micose)

    A micose de unha é uma infecção causada pelo crescimento excessivo de fungos, sendo um dos principais motivos para o amarelamento das unhas. Além da cor, é comum perceber a unha mais espessa, com aspecto mais opaco, quebradiça, com descamação e, em alguns casos, até com descolamento da base.

    Com o tempo, a unha pode ficar deformada, irregular e com acúmulo de resíduos por baixo, o que favorece ainda mais a proliferação dos fungos. A infecção pode começar em uma pequena área e se espalhar gradualmente para o restante da unha, atingindo outras unhas se não for tratada.

    A onicomicose, por exemplo, pode ser contagiosa e se espalhar com facilidade, principalmente quando há compartilhamento de itens de uso pessoal, como alicates, tesouras e lixas de unha, que podem transportar os fungos de uma pessoa para outra.

    3. Contato frequente com produtos químicos

    Os produtos de limpeza, como detergentes, desinfetantes e água sanitária, podem enfraquecer a estrutura da unha quando são usados de forma frequente sem proteção, como luvas. Com o tempo, isso pode levar ao ressecamento, à perda de brilho e à alteração da cor, deixando as unhas com um aspecto amarelado e mais frágil.

    4. Deficiências nutricionais

    A falta de nutrientes como ferro, zinco, proteínas e vitaminas do complexo B pode comprometer a formação da unha, tornando-a mais fina, quebradiça e com coloração alterada. Em alguns casos, o amarelamento também está acompanhado de um crescimento mais lento e perda de resistência.

    5. Envelhecimento natural

    Com o passar dos anos, é comum que as unhas sofram mudanças naturais, incluindo uma leve alteração na cor. Elas podem se tornar mais opacas, espessas e com um tom amarelado, sem necessariamente indicar um problema de saúde.

    6. Manipulação de alimentos pigmentantes

    É possível notar as unhas amareladas após manipular alimentos intensamente pigmentados, como açafrão, curry, cenoura ou beterraba. Eles liberam pigmentos naturais que tingem a queratina da unha temporariamente, o que não representa um risco à saúde.

    Para evitar, basta utilizar luvas de proteção durante o preparo dos alimentos. Caso as manchas já tenham surgido, elas costumam desaparecer naturalmente com a lavagem frequente ou o crescimento das unhas.

    7. Trauma

    Quando a unha sofre um impacto, pressão repetida ou atrito constante, como no uso de sapatos apertados, prática de esportes ou até ao bater o dedo, pode ocorrer uma alteração na estrutura da lâmina ungueal. Isso pode levar a mudanças na cor, incluindo um tom amarelado, além de deixar a unha mais espessa ou irregular.

    Em alguns casos, o trauma pode provocar um pequeno descolamento da unha (onicólise), criando um espaço entre a unha e a pele. Ele facilita o acúmulo de sujeira e microrganismos, o que também pode contribuir para a mudança de cor.

    Como é feito o diagnóstico?

    Para identificar a causa exata, o dermatologista realiza uma avaliação clínica detalhada, analisando a textura da unha e investigando hábitos como o tabagismo ou o uso frequente de esmaltes. Em caso de suspeita de micose, o médico pode realizar uma raspagem da lâmina para análise laboratorial, o que permite identificar o tipo de fungo presente e indicar o melhor antifúngico.

    Em situações onde o amarelamento está acompanhado de outros sintomas pelo corpo, podem ser solicitados exames de sangue para verificar deficiências nutricionais ou problemas nas funções do fígado e rins.

    Como tirar o amarelado das unhas?

    O tratamento das unhas amareladas depende diretamente da causa. Quando o problema é persistente ou está relacionado a infecções fúngicas, o dermatologista pode indicar o uso de soluções tópicas ou até medicamentos antifúngicos orais, nos casos mais extensos.

    O tratamento costuma ser contínuo e pode levar algumas semanas ou meses, já que a unha precisa crescer saudável para substituir a parte afetada.

    Já nos casos em que o amarelamento está associado a deficiências nutricionais, o tratamento pode envolver o aumento do consumo de alimentos ricos em proteínas, ferro, zinco e vitaminas do complexo B, além do uso de suplementos, quando necessário e sempre com orientação profissional.

    Quando a causa está ligada a fatores externos, como o uso frequente de esmaltes escuros ou o contato com produtos químicos, medidas simples podem fazer diferença, como dar pausas entre as esmaltações, usar bases protetoras e proteger as mãos com luvas no dia a dia.

    Como prevenir o amarelamento das unhas?

    No dia a dia, alguns cuidados simples ajudam a manter a cor natural das unhas, como:

    • Intercale o uso de esmaltes, evitando manter a unha sempre pintada;
    • Use uma base protetora antes do esmalte, principalmente em cores escuras;
    • Evite compartilhar alicates, lixas e tesouras de unha;
    • Mantenha as unhas limpas e bem secas, especialmente após o banho;
    • Use luvas ao ter contato com produtos de limpeza;
    • Prefira removedores de esmalte sem acetona;
    • Mantenha uma alimentação equilibrada, rica em vitaminas e minerais;
    • Evite traumas repetidos, como sapatos apertados ou impactos;
    • Observe mudanças persistentes e procure um dermatologista se necessário.

    Quando ir ao médico?

    Você deve procurar um dermatologista sempre que o tom amarelado não desaparecer após algumas semanas ou se notar os seguintes sinais de alerta:

    • Unhas que se tornam muito grossas, quebradiças, opacas ou que começam a esfarelar;
    • Mudanças no formato natural, como ondulações profundas ou curvatura excessiva;
    • Quando a unha começa a se soltar do leito ungueal (a pele embaixo da unha);
    • Dor, vermelhidão, inchaço ou calor na região das cutículas;
    • Saída de pus ou mau cheiro vindo das unhas;
    • Amarelamento acompanhado de falta de ar, tosse persistente ou inchaço nos tornozelos e pernas;
    • Se, além das unhas, a pele e a parte branca dos olhos também apresentarem uma cor amarelada.

    É importante evitar a automedicação e buscar a orientação de um dermatologista para garantir o tratamento seguro e adequado à causa do problema.

    Perguntas frequentes

    1. Como saber se a unha amarela é micose?

    A micose (onicomicose) normalmente vem acompanhada de outros sinais, como unhas mais grossas, quebradiças, com aspecto “esfarelado” ou que começam a descolar da pele.

    2. Fumar pode deixar as unhas amarelas?

    Sim. A nicotina e o alcatrão presentes no cigarro impregnam na lâmina das unhas, especialmente nos dedos que seguram o cigarro, causando uma mancha persistente.

    3. Quanto tempo demora para a unha voltar ao normal?

    Depende da causa. Se for apenas mancha de esmalte, pode sair em dias. Se for micose ou deficiência nutricional, a melhora total ocorre conforme a unha cresce, o que leva de 6 meses a 1 ano.

    4. Por que a unha do pé amarela mais que a da mão?

    Porque os pés ficam mais tempo em ambientes úmidos e fechados (sapatos), o que favorece a proliferação de fungos, a causa mais comum de amarelamento nos pés.

    5. O uso de unhas de gel causa amarelamento?

    Pode acontecer se houver infiltração de umidade entre a unha natural e a prótese, facilitando o crescimento de fungos ou bactérias, ou pela reação química aos produtos utilizados.

    6. Devo lixar a superfície da unha para tirar o amarelo?

    Não é recomendado lixar a parte superior da unha com frequência, pois isso a torna fina, frágil e mais suscetível a infecções.

    7. O uso frequente de acetona amarela as unhas?

    Sim, pois a acetona é um solvente muito forte que resseca agressivamente a queratina. O ressecamento excessivo pode deixar as unhas com um aspecto opaco e amarelado ao longo do tempo.

    Leia mais: Micose de unha: por que demora tanto para curar