Categoria: Sintomas

isParent

  • Azia frequente: o que pode ser e como melhorar 

    Azia frequente: o que pode ser e como melhorar 

    Sensação de queimação no peito, gosto amargo na boca e regurgitação são alguns dos principais sinais que indicam um quadro de azia, que acontece quando o conteúdo ácido do estômago retorna para o esôfago — tubo que leva os alimentos da boca até o estômago.

    Normalmente, ela surge de forma esporádica em situações simples, como exagerar em comidas gordurosas ou comer rápido demais. Porém, quando a azia se torna constante, ela pode indicar alterações no sistema digestivo que precisam de avaliação de um especialista.

    Pensando nisso, conversamos com a gastroenterologista Lívia Guimarães para esclarecer as principais causas de azia constante, quando procurar atendimento médico e como tratar.

    Afinal, o que é azia?

    De forma simples, a azia é definida como a sensação de queimação no peito causada pelo contato do ácido gástrico com o esôfago. Isso ocorre porque o esôfago não foi projetado para lidar com a acidez natural do estômago. Quando, por algum motivo, o conteúdo gástrico reflui (ou seja, sobe em direção ao esôfago), provoca irritação e desconforto.

    É importante apontar que a azia não é uma doença, mas sim um sintoma. Por isso, quando acontece com muita frequência, não deve ser ignorada: ela pode estar revelando alterações mais sérias do sistema digestivo.

    Sintomas de azia

    O sintoma principal é a sensação de queimação no peito e no abdômen superior. Mas a azia pode vir acompanhada de outros sinais, como:

    • Sabor amargo ou ácido na boca;
    • Regurgitação de alimentos ou líquidos;
    • Desconforto ao se deitar logo após comer;
    • Dificuldade para engolir em alguns casos;
    • Sensação de estômago pesado.

    É comum que os sintomas piorem à noite, quando a pessoa se deita, ou após refeições muito fartas, apimentadas, gordurosas ou acompanhadas de bebidas alcoólicas.

    Azia constante: o que pode ser?

    Quando a azia ocorre mais de duas vezes por semana ou vem acompanhada de outros sintomas, como regurgitação, dor ao engolir ou perda de peso, pode indicar problemas como:

    • Doença do refluxo gastroesofágico (DRGE): causa mais comum de azia crônica; ocorre quando a válvula entre o estômago e o esôfago não fecha direito e o ácido sobe repetidamente;
    • Gastrite: inflamação da mucosa do estômago que pode causar dor, desconforto e sensação de queimação;
    • Hérnia de hiato: parte do estômago “escapa” para o tórax através do diafragma, favorecendo o refluxo ao dificultar o fechamento completo da válvula.

    Existe relação entre alimentação e episódios de azia?

    Sim! Episódios ocasionais de azia podem ser causados por excesso de comida, refeições gordurosas, deitar logo após comer ou consumo de bebidas alcoólicas, café, refrigerantes ou chocolate.

    Isso acontece porque alguns desses alimentos aumentam a produção de ácido gástrico, enquanto outros relaxam o esfíncter esofágico inferior, permitindo que o conteúdo ácido escape para o esôfago. Cada organismo reage de forma diferente; observe seus gatilhos e evite-os quando possível.

    Azia constante pode ser câncer?

    Na maioria das vezes, não. A azia constante costuma estar associada a condições como refluxo, gastrite ou má digestão. Em casos raros, a azia persistente pode ser sinal de câncer de esôfago ou estômago, especialmente quando o refluxo crônico leva a alterações celulares, como a esofagite de Barrett.

    Sinais de alerta que exigem investigação imediata:

    • Azia constante acompanhada de dificuldade para engolir;
    • Perda de peso inexplicada;
    • Vômitos frequentes ou com sangue;
    • Fezes muito escuras (sinal de sangramento digestivo).

    Como é feito o diagnóstico de azia constante?

    O diagnóstico é clínico, com avaliação médica sobre início, gatilhos e sinais associados. Entre os exames mais comuns estão:

    • Endoscopia digestiva alta;
    • pHmetria esofágica;
    • Manometria esofágica;
    • Exames laboratoriais.

    Com base no histórico e nos exames, o médico determina a causa da azia e indica o tratamento adequado.

    Leia também: 9 hábitos alimentares que ajudam a prevenir doenças no dia a dia

    Como tratar a azia?

    O tratamento depende da causa e envolve mudanças de hábitos e, quando necessário, uso de medicamentos sob prescrição. Hábitos que ajudam, segundo Lívia Guimarães:

    • Fracionar as refeições ao longo do dia, evitando grandes volumes;
    • Não se deitar logo após comer;
    • Reduzir o consumo de alimentos irritantes;
    • Manter um peso saudável;
    • Parar de fumar.

    Antiácidos aliviam o sintoma, mas não tratam a causa. Em azia constante, o uso frequente pode mascarar doenças mais graves (como úlceras) e atrasar o diagnóstico. O excesso também pode trazer efeitos colaterais (alterações da microbiota, pior absorção de nutrientes). Procure acompanhamento médico para investigação e tratamento adequados.

    Quando procurar atendimento médico?

    Nem toda azia é motivo de preocupação, mas, se se torna frequente, atrapalha o dia a dia ou vem com sinais de alerta, procure um especialista. De acordo com Lívia, sinais de alerta incluem:

    • Dificuldade para engolir;
    • Vômitos com sangue;
    • Anemia;
    • Perda de peso não explicada.

    Nesses casos, o mais indicado é marcar consulta com um gastroenterologista.

    Confira: 6 sintomas que você não imagina que podem ser refluxo

    Perguntas frequentes

    1. Azia e refluxo são a mesma coisa?

    Não exatamente. A azia é um sintoma (queimação no peito ou na garganta). Refluxo é a condição em que o ácido do estômago sobe para o esôfago. Quem tem refluxo costuma ter azia, mas ter azia ocasional não significa necessariamente ter DRGE.

    2. Comer rápido pode causar azia?

    Sim. Ao comer rápido, engole-se mais ar e mastiga-se menos, dificultando a digestão. Refeições grandes e apressadas aumentam a pressão no estômago, facilitando o refluxo do ácido para o esôfago.

    3. Existe relação entre estresse e azia constante?

    Sim. Estresse e ansiedade aumentam a produção de ácido e pioram hábitos (comer rápido, pular refeições, abusar de café e álcool), favorecendo a azia.

    4. Azia constante tem cura?

    Em muitos casos, sim. Ajustes de rotina podem resolver quando a causa são hábitos. Se houver refluxo, gastrite ou outra condição, o tratamento específico indicado pelo médico controla a causa.

    5. Grávidas podem ter azia constante?

    É comum na gestação, principalmente no terceiro trimestre, por pressão do útero sobre o estômago e relaxamento da válvula entre estômago e esôfago. Geralmente é benigna, mas deve ser acompanhada pelo obstetra.

    6. A azia pode piorar à noite?

    Sim. Deitar-se logo após o jantar facilita a subida do ácido. Espere ao menos duas horas para deitar e mantenha a cabeceira da cama levemente elevada.

    Leia mais: Refluxo gastroesofágico: conheça as causas, sintomas e como tratar

  • Visão embaçada do nada? Veja quando isso pode ser emergência

    Visão embaçada do nada? Veja quando isso pode ser emergência

    Acordar enxergando tudo turvo, perceber uma “mancha” repentina na visão ou sentir dificuldade súbita para focar costuma assustar qualquer pessoa. Isso porque alterações visuais abruptas podem surgir de forma inesperada e dificultar tarefas simples do dia a dia, como ler, dirigir ou até reconhecer rostos.

    Embora algumas causas sejam temporárias e benignas, outras podem indicar problemas graves envolvendo os olhos, o cérebro ou a circulação sanguínea. Por isso, quando a visão embaçada aparece de repente — especialmente acompanhada de dor, fraqueza ou alterações neurológicas — a avaliação médica rápida é muito importante.

    O que é visão embaçada repentina

    A visão embaçada ocorre quando a capacidade de enxergar com nitidez diminui.

    Ela pode afetar:

    • Um olho apenas;
    • Ambos os olhos;
    • Parte do campo visual.

    A alteração pode durar minutos, horas ou persistir.

    Principais causas de visão embaçada súbita

    Existem diversas possíveis causas. As mais comuns são:

    • Alterações da pressão dos olhos;
    • Problemas na retina;
    • Enxaqueca;
    • Alterações neurológicas;
    • Problemas circulatórios;
    • Alterações da glicemia.

    Problemas nos olhos que podem causar visão embaçada

    Algumas doenças dos olhos exigem avaliação rápida.

    1. Descolamento de retina

    Pode causar:

    • Visão embaçada;
    • Flashes de luz;
    • Sensação de “cortina” na visão.

    É uma emergência oftalmológica.

    2. Glaucoma agudo

    Pode provocar:

    • Dor intensa no olho;
    • Vermelhidão;
    • Náuseas;
    • Visão turva súbita.

    3. Inflamações oculares

    Algumas infecções ou inflamações também alteram a visão.

    Alterações neurológicas que podem afetar a visão

    O cérebro participa diretamente da visão. Problemas neurológicos podem causar:

    • Perda parcial da visão;
    • Visão embaçada;
    • Dificuldade para falar;
    • Fraqueza.

    Entre as possibilidades estão AVC e enxaqueca com aura.

    Alterações da glicemia podem embaçar a visão?

    Sim. Tanto glicemia muito alta quanto muito baixa podem provocar alterações visuais temporárias.

    Quando a visão embaçada pode ser emergência

    Alguns sinais necessitam de atendimento imediato. Procure emergência se houver:

    • Perda súbita importante da visão;
    • Dor ocular intensa;
    • Fraqueza em um lado do corpo;
    • Dificuldade para falar;
    • Flashes de luz ou manchas escuras;
    • Trauma ocular.

    Como os médicos investigam

    A avaliação depende dos sintomas associados. Pode envolver:

    • Exame oftalmológico;
    • Medida da pressão ocular;
    • Avaliação neurológica;
    • Exames de sangue;
    • Tomografia ou ressonância em alguns casos.

    O tratamento depende da causa

    O tratamento varia bastante. Pode envolver:

    • Colírios;
    • Controle da glicose;
    • Tratamentos oftalmológicos específicos;
    • Tratamento neurológico urgente.

    Nem toda visão embaçada é grave

    Em alguns casos, a alteração pode estar relacionada a:

    • Cansaço visual;
    • Ressecamento ocular;
    • Uso inadequado de óculos;
    • Enxaqueca.

    Mesmo assim, alterações súbitas devem ser avaliadas.

    Confira: Como identificar problemas de visão no dia a dia? Veja os principais sinais

    Perguntas frequentes sobre visão embaçada repentina

    1. Visão embaçada repentina é sempre grave?

    Não, mas precisa de avaliação.

    2. AVC pode causar alteração visual?

    Sim, o acidente vascular cerebral é capaz de provocar alterações na visão.

    3. Glaucoma pode causar visão turva súbita?

    Sim, especialmente na forma aguda.

    4. Glicemia alta pode afetar a visão?

    Sim, pode acontecer.

    5. Quando procurar emergência?

    Quando a alteração é súbita ou acompanhada de outros sintomas.

    6. Dor no olho é sinal de alerta?

    Sim, é sempre necessário investigar com um médico.

    7. Pode melhorar sozinha?

    Algumas causas são temporárias, mas é importante investigar.

    Veja também: Olhos vermelhos: o que pode ser e quando ir ao médico

  • Pés inchados: veja outras causas além da cardíaca

    Pés inchados: veja outras causas além da cardíaca

    Chegar ao fim de um dia de trabalho e perceber os tornozelos ou pés inchados é uma situação comum. Muitas vezes, basta colocar os pés para cima que o inchaço melhora. Mas nem sempre esse edema é inofensivo. Em alguns casos, ele pode estar associado a doenças graves, incluindo problemas cardíacos.

    Para entender como diferenciar uma situação simples de um sinal de alerta, conversamos com o cardiologista Pablo Cartaxo.

    Quais as causas mais comuns de pés inchados?

    Pés inchados no fim do dia podem ter diferentes origens, e nem todas estão ligadas ao coração. “As causas mais frequentes incluem insuficiência venosa (varizes), linfedema, gravidez, efeito de alguns medicamentos, ou mesmo problemas nos rins, fígado e, claro, no coração”, explica Cartaxo.

    • Insuficiência venosa: as varizes dificultam o retorno do sangue das pernas, provocando acúmulo de líquido;
    • Gravidez: alterações hormonais e mecânicas favorecem o edema nos pés;
    • Linfedema: falha no sistema linfático, que drena líquidos do corpo;
    • Medicamentos: alguns remédios, como anti-hipertensivos, podem causar retenção de líquido;
    • Doenças renais e hepáticas: interferem no equilíbrio de líquidos;
    • Problemas cardíacos: principalmente a insuficiência cardíaca, quando o coração perde força para bombear o sangue.

    Ou seja, nem sempre apresentar um inchaço nas pernas ou pés significa problema cardíaco — e, para diferenciar, alguns sintomas podem ajudar no diagnóstico médico.

    Como saber se o inchaço é do coração?

    Quando a causa dos pés inchados é cardíaca, geralmente está ligada à insuficiência cardíaca. O coração enfraquecido não consegue bombear o sangue de forma eficiente, gerando retenção de líquidos que se acumulam primeiro nos pés e tornozelos.

    O inchaço cardíaco costuma ser simétrico (atinge as duas pernas), frio e indolor. “Uma característica marcante é o sinal do cacifo: ao pressionar o dedo firmemente sobre a área inchada, a marca permanece afundada na pele por um tempo”, explica o cardiologista.

    Já o inchaço venoso pode aparecer em apenas uma perna, associado a varizes e sensação de peso. De qualquer forma, a investigação médica é essencial sempre que o inchaço for persistente.

    Veja mais: Ecocardiograma: saiba mais sobre o exame que mostra detalhes do coração

    Outros sintomas acompanham o inchaço de causa cardíaca

    O edema por conta do coração raramente aparece sozinho. Ele costuma vir com sinais importantes, como:

    • Falta de ar ao realizar esforços (ou até em repouso nos casos graves);
    • Cansaço desproporcional às atividades;
    • Necessidade de dormir com vários travesseiros para evitar falta de ar;
    • Despertar à noite com crises súbitas de falta de ar (dispneia paroxística noturna).

    Quem tem insuficiência cardíaca sempre terá inchaço?

    Nem sempre. Em muitos pacientes, o problema se manifesta primeiro nos pulmões, com falta de ar. “Portanto, a ausência de edema não descarta o diagnóstico”, ressalta Cartaxo.

    Leia também: Dor no peito: aprenda a diferenciar quando é um problema do coração

    Quais exames ajudam a identificar o inchaço por causas cardíacas?

    A primeira etapa é sempre a avaliação clínica. Depois, alguns exames são fundamentais:

    • Ecocardiograma: mostra a estrutura e a função de bombeamento do coração;
    • Exames de sangue (BNP e NT-pro-BNP): identificam sobrecarga cardíaca;
    • Raio-X de tórax: pode indicar líquido nos pulmões;
    • Eletrocardiograma: avalia a atividade elétrica do coração.

    “Procure um pronto-socorro se o inchaço surgir de forma súbita e rápida, se vier acompanhado de falta de ar intensa, dor no peito ou sinais de infecção, como calor e vermelhidão no local”, recomenda o médico.

    É possível controlar o inchaço?

    Sim. Mudanças na rotina ajudam a reduzir o inchaço de causa cardiovascular, mas o tratamento envolve mais do que apenas aliviar o sintoma. Ele inclui medicamentos, ajustes de rotina e acompanhamento contínuo.

    Algumas medidas importantes são:

    • Controlar o consumo de sal;
    • Reduzir alimentos ultraprocessados;
    • Praticar atividade física supervisionada;
    • Usar meias de compressão quando indicado;
    • Seguir rigorosamente a medicação prescrita.

    “A reabilitação cardíaca, com exercícios supervisionados, e o uso de novas medicações revolucionaram o cuidado, melhorando os sintomas, a função do coração e a longevidade”, afirma Cartaxo.

    Veja mais: Sente pernas pesadas no fim do dia? Confira dicas para aliviar

    Perguntas frequentes sobre pés inchados

    1. Pés inchados sempre indicam problemas no coração?

    Não. Eles podem ser causados por varizes, gravidez, medicamentos ou problemas renais e hepáticos.

    2. Como diferenciar pés inchados por causa do coração de má circulação?

    O inchaço cardíaco é simétrico, frio, indolor e apresenta sinal do cacifo. Já o venoso pode ser unilateral e associado a varizes.

    3. O inchaço cardíaco vem acompanhado de outros sintomas?

    Sim. Geralmente há falta de ar, cansaço e dificuldade para dormir sem travesseiros extras.

    4. Quais exames confirmam a origem do inchaço?

    O ecocardiograma e exames de sangue (BNP e NT-pro-BNP) são os principais.

    5. Mudanças de hábitos ajudam a controlar o inchaço?

    Sim. Reduzir o sal, praticar exercícios e seguir o tratamento médico são medidas essenciais.

    6. Quando devo procurar o pronto-socorro?

    Se o inchaço for súbito, acompanhado de dor no peito, falta de ar intensa ou sinais de infecção.

    Leia também: 5 coisas para fazer hoje e proteger o coração contra o infarto

  • O que significa ficar “em observação” no hospital? É grave? 

    O que significa ficar “em observação” no hospital? É grave? 

    Receber a informação de que será necessário ficar “em observação” no hospital costuma gerar ansiedade em muitos pacientes e familiares. Em vários casos, a primeira impressão é de que o quadro é necessariamente grave ou que existe um grande risco imediato.

    Na prática, porém, a observação hospitalar é bastante comum e muitas vezes funciona apenas como uma etapa de segurança. O objetivo é permitir que a equipe médica acompanhe a evolução dos sintomas, avalie a resposta aos medicamentos e aguarde exames importantes antes de decidir pela alta ou por uma eventual internação.

    O que significa ficar em observação

    Ficar em observação significa que a equipe médica decidiu acompanhar o paciente por um período maior dentro do hospital.

    Isso pode acontecer porque:

    • Ainda existem dúvidas sobre o diagnóstico;
    • Os sintomas precisam ser monitorados;
    • É necessário observar a evolução clínica;
    • O paciente recebeu medicações que precisam de acompanhamento.

    Observação não é o mesmo que internação

    Embora a pessoa permaneça no hospital, observação e internação não são exatamente a mesma coisa.

    Observação

    • Permanência temporária;
    • Avaliação contínua;
    • Possibilidade de alta em poucas horas.

    Internação

    • Necessidade de tratamento hospitalar mais prolongado;
    • Monitoramento contínuo por mais tempo.

    Em quais situações isso costuma acontecer

    A observação é comum em diversos quadros.

    Entre os mais frequentes estão:

    • Dor no peito;
    • Falta de ar;
    • Crises de ansiedade;
    • Desidratação;
    • Dor abdominal;
    • Reações a medicamentos.

    O que os médicos observam durante esse período

    A equipe acompanha:

    • Pressão arterial;
    • Frequência cardíaca;
    • Oxigenação;
    • Evolução dos sintomas;
    • Resposta aos medicamentos.

    Também podem ser repetidos exames laboratoriais ou de imagem.

    Por que alguns exames precisam ser repetidos

    Algumas alterações não aparecem imediatamente. Por exemplo:

    • Exames cardíacos podem precisar de nova coleta após algumas horas;
    • Sintomas podem evoluir com o tempo;
    • O efeito de medicações pode precisar ser avaliado.

    Quanto tempo a observação costuma durar

    O tempo varia conforme o caso. Pode durar:

    • Algumas horas;
    • Parte do dia;
    • Em alguns casos, até 24 horas ou mais.

    Ficar em observação significa que o caso é grave?

    Não necessariamente. Muitas pessoas ficam em observação apenas por segurança e acabam recebendo alta após melhora clínica ou resultados tranquilizadores.

    No entanto, em alguns casos, a observação ajuda a identificar doenças mais importantes precocemente.

    O que pode acontecer depois da observação

    Após esse período, existem algumas possibilidades:

    1. Alta hospitalar

    Quando os sintomas melhoram e os exames estão tranquilos.

    2. Continuação do monitoramento

    Quando ainda há necessidade de avaliação adicional.

    3. Internação

    Quando os exames ou a evolução indicam necessidade de tratamento hospitalar.

    Quando a observação costuma ser mais importante

    Ela é especialmente útil quando:

    • Os sintomas podem mudar rapidamente;
    • Existe risco de agravamento;
    • O diagnóstico ainda não está totalmente claro.

    Confira: Pressão alta: quando ir ao pronto-socorro?

    Perguntas frequentes sobre observação no hospital

    1. Observação é igual a internação?

    Não, a observação é um período em que há possibilidade de alta em poucas horas.

    2. Ficar em observação significa algo grave?

    Nem sempre. É um período em que os médicos têm para avaliar todos os parâmetros e decidir se a pessoa está liberada para voltar para casa ou não.

    3. Quanto tempo dura?

    Depende do caso, a equipe médica decide após as avaliações.

    4. Pode receber alta depois?

    Sim, isso é muito comum.

    5. Por que repetem exames?

    Para acompanhar evolução e confirmar diagnósticos.

    6. A pessoa fica monitorada o tempo todo?

    Em muitos casos, sim.

    7. Quando a internação é necessária?

    Quando há necessidade de tratamento ou monitoramento prolongado.

    Veja também: Picada de abelha: o que fazer na hora e quando correr para o hospital

  • Manchas roxas na pele de idosos: o que pode causar e quando são um sinal de alerta? 

    Manchas roxas na pele de idosos: o que pode causar e quando são um sinal de alerta? 

    Você já ouviu falar no termo púrpura senil? A condição é bastante comum em pessoas idosas e costuma aparecer como manchas roxas na pele, principalmente nos braços e nas mãos, mesmo depois de pequenos impactos ou sem uma batida muito evidente.

    Com o passar dos anos, a pele passa por um processo natural de afinamento. A perda de colágeno e da camada de gordura faz com que os vasos sanguíneos fiquem mais expostos e desprotegidos.

    Por isso, qualquer esbarrão ou até mesmo o simples ato de coçar a pele pode romper os vasos, resultando em hematomas ou roxos que demoram mais para desaparecer.

    Mas será que as manchas são apenas uma consequência estética do envelhecimento ou podem indicar algo mais sério, como o efeito colateral de um medicamento ou uma deficiência vitamínica? Conversamos com o cirurgião vascular Marcelo Dalio e esclarecemos tudo que você precisa saber, a seguir.

    O que é a púrpura senil (manchas roxas)?

    A púrpura senil, também conhecida como púrpura de Bateman, é uma condição benigna caracterizada pelo surgimento de manchas roxas ou avermelhadas na pele de pessoas idosas, principalmente em áreas que ficaram muito expostas ao sol ao longo da vida, como o dorso das mãos, os antebraços e, ocasionalmente, o rosto e o pescoço.

    Com o processo natural de envelhecimento, a pele se torna mais fina, sensível e frágil. Além da redução do colágeno, também ocorre uma diminuição da gordura subcutânea que protege os vasos sanguíneos.

    Como consequência, Marcelo explica que os pequenos vasos capilares ficam mais vulneráveis e podem se romper com facilidade após mínimos traumas do dia a dia, o que pode causar uma equimose, uma mancha roxa plana, ou um hematoma, quando há acúmulo de sangue e relevo.

    A exposição solar acumulada ao longo da vida também contribui bastante para o problema, porque acelera o desgaste da pele e das fibras de sustentação. Por isso, a púrpura senil costuma aparecer principalmente em áreas mais expostas ao sol, como braços, antebraços e mãos.

    Na maioria dos casos, a púrpura senil é apenas uma questão estética e não indica uma doença grave.

    O que pode causar hematomas em idosos?

    No caso dos idosos, o surgimento de hematomas ou equimoses pode ser desencadeado por diversos fatores que vão além da idade, como:

    1. Fragilidade capilar e atrofia da pele

    A perda de colágeno e gordura subcutânea é uma das principais causas do surgimento de hematomas em idosso, uma vez que os vasos sanguíneos ficam mais vulneráveis e podem se romper com facilidade após pequenos impactos, como um aperto de mão mais firme ou um esbarrão em um móvel.

    2. Uso de medicamentos

    O uso de alguns medicamentos contínuos interferem na resistência da pele ou na coagulação do sangue. Por exemplo, Marcelo explica que os anticoagulantes e antiagregantes plaquetários, como AAS e clopidogrel, dificultam a formação de coágulos. Com isso, pequenos rompimentos dos vasos podem provocar manchas roxas maiores e mais aparentes.

    Já o uso prolongado de corticoides, seja por via oral ou em pomadas, pode causar afinamento da pele, deixando a região mais sensível e suscetível a sangramentos.

    3. Exposição solar acumulada

    As décadas de exposição solar sem proteção aceleram o desgaste das fibras de sustentação da pele, processo conhecido como fotoenvelhecimento. Por isso, os hematomas e as manchas arroxeadas costumam surgir principalmente nos antebraços e no dorso das mãos, áreas mais expostas à radiação ultravioleta ao longo da vida.

    4. Deficiências vitamínicas

    A falta de algumas vitaminas também pode aumentar a fragilidade dos vasos sanguíneos e favorecer o aparecimento de manchas roxas. A vitamina C, por exemplo, é importante para a produção de colágeno e, quando está em níveis baixos, os vasos podem se tornar mais frágeis. Já a vitamina K participa diretamente do processo de coagulação do sangue.

    5. Doenças sistêmicas

    Em situações menos frequentes, o surgimento de manchas roxas pode ser um sinal de alerta para algumas condições de saúde que afetam a coagulação ou a produção das células sanguíneas.

    As doenças hepáticas podem reduzir a produção de proteínas importantes para a coagulação. Além disso, alterações nas plaquetas, células responsáveis por ajudar a conter sangramentos, também podem facilitar o aparecimento de hematomas espontâneos.

    Quando as manchas roxas são um sinal de alerta?

    É importante observar se o idoso apresenta outros sinais além das manchas roxas na pele, principalmente quando os hematomas começam a surgir com frequência, aumentam de tamanho ou aparecem sem nenhuma explicação aparente. Por isso, fique atento a:

    • Sangramentos recorrentes na gengiva ou nariz;
    • Presença de sangue na urina ou nas fezes;
    • Manchas roxas que surgem em áreas que não tomam sol (como barriga e costas) sem motivo aparente;
    • Hematomas que causam muita dor, calor local ou inchaço excessivo.

    Segundo Marcelo, nesses casos, a intervenção médica é necessária para ajustar a medicação ou realizar o diagnóstico de alguma doença de coagulação.

    Como prevenir e proteger a pele frágil do idoso?

    No dia a dia, alguns cuidados ajudam bastante a reduzir a fragilidade dos vasos sanguíneos e prevenir o aparecimento frequente de manchas roxas, como:

    • Manter a pele sempre hidratada, usando cremes hidratantes regularmente;
    • Evitar banhos muito quentes e demorados, que aumentam o ressecamento;
    • Utilizar protetor solar diariamente, principalmente nos braços e nas mãos;
    • Preferir roupas leves com mangas compridas em ambientes externos para proteger a pele de pequenos traumas e da exposição solar;
    • Manter uma alimentação equilibrada, rica em proteínas, vitamina C e outros nutrientes importantes para a saúde da pele;
    • Beber bastante água ao longo do dia;
    • Evitar coçar a pele com força;
    • Redobrar o cuidado com batidas em móveis e objetos da casa;
    • Revisar regularmente os medicamentos com o médico, principalmente anticoagulantes e corticoides.

    Em alguns casos, o profissional pode investigar deficiências vitamínicas, alterações na coagulação ou ajustar medicamentos que estejam aumentando o risco de sangramentos.

    Como tratar as manchas roxas em casa?

    Na maioria dos casos, as manchas roxas da púrpura senil melhoram sozinhas com o passar dos dias ou semanas. Como a pele do idoso é mais delicada, o cuidado em casa deve ser suave, evitando medidas agressivas ou produtos irritantes.

    Mas, no processo, algumas atitudes podem ajudar na recuperação da pele, como aplicar compressas frias nas primeiras 24 a 48 horas após o surgimento da mancha, manter a pele hidratada diariamente e, se o médico indicar, utilizar pomadas que ajudem na cicatrização e na proteção da pele fragilizada.

    Em geral, as manchas mudam de cor ao longo dos dias, passando do roxo para tons esverdeados e amarelados, até desaparecerem completamente.

    Leia mais: Sente pernas pesadas no fim do dia? Confira dicas para aliviar

    Perguntas frequentes

    1. Por que essas manchas aparecem mesmo sem eu ter batido em nada?

    Com o envelhecimento avançado, a pele perde sua “almofada” de gordura e colágeno. Por isso, atos simples como coçar a pele, secar-se com uma toalha áspera ou um aperto de mão podem ser suficientes para romper os vasinhos.

    2. As manchas roxas podem ser câncer?

    Geralmente, não, pois a púrpura senil é benigna. No entanto, manchas roxas que não cicatrizam, que mudam de cor de forma estranha ou que apresentam feridas devem ser avaliadas por um dermatologista para descartar lesões pré-cancerígenas causadas pelo sol.

    3. Por que as manchas aparecem mais nos braços e mãos?

    Porque essas são as áreas que mais receberam sol ao longo da vida. A radiação solar destrói as fibras de sustentação da pele, deixando-a com aspecto de “papel de seda” e muito vulnerável.

    4. Quanto tempo demora para uma mancha roxa de idoso sumir?

    Em média, de 1 a 3 semanas. Diferente dos jovens, nos idosos o processo de reabsorção do sangue é mais lento.

    5. Como prevenir o surgimento das manchas?

    A melhor forma é manter a pele muito bem hidratada com cremes à base de ureia ou óleos corporais, usar protetor solar diariamente e evitar traumas, como esbarrões em móveis.

    6. Existe algum exame de sangue para investigar isso?

    Sim. O médico pode solicitar um hemograma para verificar as plaquetas e um coagulograma para avaliar o tempo que o sangue leva para estancar.

    Confira: Varizes: o que é, causas, tratamento e como evitar

  • A gripe passou, mas a tosse continua: o que pode estar acontecendo? 

    A gripe passou, mas a tosse continua: o que pode estar acontecendo? 

    A gripe já passou, a febre melhorou e o corpo voltou ao normal, mas a tosse continua. Essa é uma situação bastante comum após infecções respiratórias e costuma gerar dúvida e preocupação, principalmente quando o sintoma se prolonga por semanas.

    Na maioria dos casos, a tosse persistente após uma infecção é temporária e melhora gradualmente. Ainda assim, alguns sinais podem indicar que existe algo além de uma simples irritação residual das vias respiratórias. Saber diferenciar o que é esperado do que merece investigação médica ajuda a evitar complicações e ansiedade desnecessária.

    Por que a tosse pode continuar após uma infecção

    As vias respiratórias podem permanecer inflamadas mesmo depois que o vírus ou bactéria já foi eliminado.

    Essa irritação residual faz com que a pessoa continue tossindo por dias ou semanas.

    Esse quadro é chamado de:

    • Tosse pós-infecciosa;
    • Tosse pós-viral.

    Quanto tempo a tosse pode durar

    A duração varia conforme o tipo de infecção e a sensibilidade das vias respiratórias.

    Em muitos casos:

    • A tosse melhora em até 3 semanas;
    • Algumas pessoas podem tossir por até 6 a 8 semanas.

    Mesmo assim, a tendência costuma ser de melhora gradual.

    Principais causas de tosse persistente após infecção

    Existem várias possibilidades.

    1. Tosse pós-viral

    É a causa mais comum.

    Ocorre por irritação residual das vias respiratórias após gripes e resfriados.

    2. Hiperreatividade brônquica

    Após algumas infecções, os brônquios ficam mais sensíveis.

    Isso pode causar:

    • Tosse persistente;
    • Chiado;
    • Sensação de aperto no peito.

    3. Sinusite e gotejamento pós-nasal

    A secreção escorrendo pela garganta pode estimular a tosse.

    Os sintomas associados incluem:

    • Nariz entupido;
    • Catarro;
    • Sensação de secreção na garganta.

    4. Asma desencadeada pela infecção

    Em algumas pessoas, a infecção pode revelar ou piorar uma asma já existente.

    5. Refluxo gastroesofágico

    O refluxo também pode causar tosse persistente, especialmente à noite.

    Quando a tosse precisa de investigação

    Alguns sinais indicam necessidade de avaliação médica.

    Procure atendimento se houver:

    • Tosse persistente por muitas semanas;
    • Falta de ar;
    • Febre persistente;
    • Sangue no escarro;
    • Dor no peito;
    • Perda de peso.

    Esses sintomas podem indicar problemas mais importantes.

    Quais doenças mais graves podem causar tosse persistente

    Embora menos comuns, algumas condições precisam ser descartadas.

    Entre elas:

    • Pneumonia;
    • Tuberculose;
    • Doença pulmonar crônica;
    • Insuficiência cardíaca;
    • Tumores pulmonares.

    A investigação depende da idade, sintomas e fatores de risco.

    Como os médicos investigam

    A avaliação costuma incluir:

    • Histórico clínico;
    • Exame físico;
    • Radiografia de tórax;
    • Em alguns casos, exames de função pulmonar ou tomografia.

    Como é feito o tratamento

    O tratamento depende da causa.

    Pode incluir:

    • Controle da inflamação;
    • Lavagem nasal;
    • Broncodilatadores;
    • Tratamento de alergias ou refluxo.

    Nem sempre antibióticos são necessários.

    Antibiótico resolve a tosse persistente?

    Na maioria das vezes, não. Grande parte das tosses persistentes após infecções tem origem viral ou inflamatória. Antibióticos só ajudam quando há suspeita de infecção bacteriana.

    Confira: Crupe viral: entenda a infecção que causa tosse intensa nas crianças

    Perguntas frequentes sobre tosse persistente

    1. É normal tossir depois da gripe?

    Sim. A tosse pode durar algumas semanas.

    2. Toda tosse persistente é pneumonia?

    Não, tosse persistente não significa necessariamente pneumonia.

    3. Quando a tosse deixa de ser normal?

    Quando dura muitas semanas ou há sinais de alerta.

    4. Refluxo pode causar tosse?

    Sim, o refluxo gastroesofágico pode provocar tosse.

    5. Tosse pós-viral precisa de antibiótico?

    Na maioria dos casos, não.

    6. Chiado no peito é preocupante?

    Pode indicar hiperreatividade ou asma.

    7. Quando procurar um médico?

    Quando a tosse persiste ou vem acompanhada de falta de ar, febre ou sangue no escarro.

    Veja também: Tuberculose: sintomas que vão além da tosse persistente

  • Batimentos acelerados estão relacionados a uma arritmia cardíaca? Descubra 

    Batimentos acelerados estão relacionados a uma arritmia cardíaca? Descubra 

    Sentir o coração disparar de repente é uma experiência que assusta qualquer pessoa. Muitas vezes, essa aceleração é apenas uma resposta natural do corpo — pode acontecer durante a prática de exercícios, em situações de estresse ou logo após um susto.

    Mas nem sempre é algo passageiro. Em alguns casos, os batimentos rápidos e fora do ritmo podem indicar uma arritmia cardíaca, um distúrbio no sistema elétrico que comanda o funcionamento do coração. Reconhecer essa diferença é muito importante para saber quando é hora de procurar ajuda médica.

    O que causa batimentos acelerados?

    É normal que nosso coração acelere em resposta a vários fatores, como durante um exercício físico, uma emoção forte ou um susto. “Isso é chamado de taquicardia sinusal, um ritmo cardíaco normal, apenas mais rápido”, explica o cardiologista Pablo Cartaxo.

    Uma arritmia cardíaca, por outro lado, é uma alteração nesse ritmo considerado normal. Na arritmia, o coração pode bater rápido demais (taquiarritmia), mas também devagar demais (bradiarritmia) ou de forma totalmente irregular.

    “A arritmia é como uma falha no ‘circuito elétrico’ que comanda o coração, podendo ocorrer até mesmo em repouso”, diz o médico.

    Ou seja, os batimentos acelerados podem ter relação ou não com arritmias. Algumas causas são normais e fisiológicas, outras estão ligadas a doenças e a outros problemas:

    • Acelerações normais (sinusais): esforço físico, ansiedade, estresse, excesso de cafeína, febre e desidratação;
    • Causas não cardíacas: alterações da tireoide, apneia do sono, desequilíbrio de eletrólitos no sangue;
    • Causas cardíacas: cicatrizes de infarto, dilatação das câmaras do coração ou doenças congênitas que afetam o sistema elétrico.

    Além disso, ansiedade e estresse também podem causar aceleração sem ser, de fato, uma arritmia cardíaca. “Eles ativam o sistema de ‘luta ou fuga’ do corpo, liberando adrenalina, e um dos efeitos diretos é o aumento da frequência cardíaca”, diz o médico.

    Essa é uma sensação desconfortável, mas que não costuma representar perigo. No entanto, em pessoas com predisposição, picos de estresse podem servir de gatilho para arritmias verdadeiras.

    Sinais de alerta de arritmia cardíaca

    As palpitações já merecem investigação, mas há sintomas que exigem ainda mais atenção, já que podem estar relacionados a uma arritmia cardíaca:

    • Tontura ou sensação de desmaio;
    • Desmaio (síncope);
    • Falta de ar intensa;
    • Dor ou desconforto no peito.

    Esses sinais indicam que a arritmia cardíaca pode estar comprometendo a circulação sanguínea do corpo, o que requer atendimento médico imediato.

    Exames de diagnóstico e tratamento para arritmias

    O diagnóstico começa no consultório, com avaliação clínica detalhada. Mas, como muitas arritmias são intermitentes, exames complementares são indispensáveis:

    • Eletrocardiograma (ECG): registra a atividade elétrica do coração no momento do exame;
    • Holter 24 horas: monitora continuamente os batimentos ao longo de um dia inteiro;
    • Ecocardiograma: avalia a estrutura e a função do coração;
    • Teste ergométrico (teste de esforço): analisa como o coração reage durante atividade física.

    O médico destaca que nem toda arritmia cardíaca precisa de tratamento. Há arritmias benignas que não exigem intervenção, mas o tratamento é fundamental quando há risco de complicações.

    “A intervenção é indicada quando a arritmia causa sintomas, afeta a qualidade de vida ou, mais importante, quando representa risco de complicações graves, como AVC, interferência na função cardíaca ou morte súbita.”

    Nesses casos, o tratamento das arritmias depende do tipo e da gravidade. Em alguns pacientes, o controle pode ser feito apenas com medicamentos antiarrítmicos.

    Quando há maior risco, podem ser indicados procedimentos como a ablação por cateter, que elimina os focos elétricos anormais, ou o implante de dispositivos, como o marca-passo.

    Veja mais: Teste ergométrico: o exame da esteira que coloca o coração à prova

    Fatores de risco para arritmias e como prevenir

    Algumas condições aumentam a probabilidade de desenvolver arritmias:

    • Idade avançada;
    • Pressão alta;
    • Diabetes;
    • Obesidade;
    • Consumo excessivo de álcool ou cafeína;
    • Tabagismo;
    • Apneia do sono;
    • Presença de doença cardíaca prévia, como a coronariana.

    A prevenção de arritmias envolve cuidados com o estilo de vida e controle de doenças associadas.

    “Isso inclui dieta balanceada, atividade física regular, gerenciamento do estresse, sono de qualidade, moderação no álcool e na cafeína e, fundamentalmente, o tratamento adequado de condições como pressão alta e diabetes”, reforça o especialista.

    O check-up cardiológico regular é a melhor forma de identificar e tratar problemas precocemente.

    Leia mais: Falta de ar: quando pode ser problema do coração

    Perguntas Frequentes sobre arritmia e batimentos acelerados

    1. Batimentos acelerados sempre indicam arritmia cardíaca?

    Não. Eles podem ser apenas resposta a esforço físico, ansiedade, febre ou consumo de cafeína.

    2. Como diferenciar taquicardia normal de arritmia cardíaca?

    Na taquicardia sinusal (“normal”) o coração bate mais rápido, mas o ritmo continua organizado e previsível, comum em situações como esforço físico e estresse. Já nas arritmias, o ritmo se torna irregular ou anormal, podendo acelerar, desacelerar ou apresentar batidas fora de ordem, mesmo em repouso.

    3. A ansiedade pode causar palpitações perigosas?

    Geralmente não, mas pode funcionar como gatilho para arritmias em pessoas predispostas.

    4. Quais exames ajudam a diagnosticar arritmia?

    Eletrocardiograma, Holter de 24h, ecocardiograma e teste ergométrico são os principais.

    5. Toda arritmia precisa de tratamento?

    Não. Algumas são benignas. O tratamento é necessário quando causam sintomas, afetam a vida ou oferecem risco de complicações.

    6. Quais fatores aumentam o risco de arritmia?

    Idade avançada, pressão alta, diabetes, obesidade, álcool, cafeína, tabagismo, apneia do sono e doenças cardíacas.

    7. Como prevenir arritmias?

    Com estilo de vida saudável, controle de doenças como hipertensão e diabetes, sono de qualidade, menos estresse e check-ups regulares.

    Confira: Palpitações no coração: o que pode ser e quando procurar atendimento médico

  • Post sem título 5445

    Sentir dor no peito costuma gerar medo imediato de infarto, e não é à toa. Esse é um dos sintomas que costuma motivar investigação imediata no pronto-socorro, porque pode estar relacionado a condições potencialmente graves, como infarto, embolia pulmonar e doenças da aorta.

    Mas a verdade é que nem toda dor no peito vem do coração. Problemas musculares, refluxo, ansiedade e até crises de pânico também podem provocar desconforto na região.

    Por isso, quando alguém chega ao pronto-socorro com esse sintoma, a equipe médica segue uma sequência rápida de avaliação para identificar, o mais cedo possível, se existe risco imediato à vida.

    Por que a dor no peito precisa de avaliação rápida

    Nem toda dor no peito é causada pelo coração. Ela também pode estar relacionada a:

    • Problemas musculares;
    • Ansiedade;
    • Refluxo gastroesofágico;
    • Doenças pulmonares.

    Mesmo assim, como algumas causas podem ser graves, o principal objetivo da avaliação é excluir ou confirmar rapidamente situações de emergência.

    Primeira etapa: avaliação inicial

    Ao chegar ao pronto-socorro, a equipe realiza uma triagem inicial. Nessa fase são avaliados:

    • Pressão arterial;
    • Frequência cardíaca;
    • Oxigenação do sangue;
    • Temperatura;
    • Intensidade da dor.

    Pacientes com sinais de gravidade ou alterações importantes dos sinais vitais recebem atendimento prioritário.

    Perguntas importantes feitas pelo médico

    A conversa inicial ajuda muito no diagnóstico. O médico costuma perguntar:

    • Como é a dor;
    • Quando ela começou;
    • Se irradia para braço, costas ou mandíbula;
    • Se há falta de ar, tontura, náuseas, vômitos ou suor frio;
    • Histórico de doenças cardíacas;
    • Uso de medicamentos.

    Essas informações ajudam a estimar o risco e direcionar os exames necessários.

    Exame físico

    O exame físico busca sinais que possam indicar gravidade. O médico pode avaliar:

    • Batimentos cardíacos;
    • Pulmões;
    • Presença de suor frio;
    • Inchaços;
    • Alterações da circulação.

    Eletrocardiograma: um dos exames mais importantes

    O eletrocardiograma (ECG) costuma ser realizado rapidamente, principalmente quando existe suspeita de infarto. Esse exame avalia:

    • Ritmo do coração;
    • Alterações sugestivas de infarto;
    • Arritmias.

    Idealmente, ele é feito nos primeiros minutos após a chegada ao pronto-socorro.

    Exames de sangue

    Os exames laboratoriais ajudam a identificar lesão do músculo cardíaco e outros diagnósticos diferenciais. Os principais são:

    • Troponina (marcador de dano cardíaco);
    • Hemograma;
    • Função renal;
    • Outros exames conforme o caso.

    A troponina pode precisar ser repetida após algumas horas. Quando existe aumento importante entre as medidas, a suspeita de infarto se torna mais provável.

    Outros exames que podem ser necessários

    Dependendo da suspeita clínica, outros exames podem ser solicitados.

    1. Radiografia de tórax

    Ajuda a avaliar:

    • Pulmões;
    • Infecções;
    • Alterações cardíacas.

    2. Tomografia

    Pode ser indicada em casos de:

    • Embolia pulmonar;
    • Problemas na aorta.

    3. Ecocardiograma

    Avalia a estrutura e a função do coração.

    4. Cateterismo cardíaco

    É realizado em casos de suspeita de infarto ou angina. O exame é tanto diagnóstico quanto terapêutico, permitindo:

    • Avaliar a circulação do coração;
    • Identificar obstruções nas artérias cardíacas;
    • Realizar tratamento, quando necessário.

    Nem toda dor no peito é infarto

    Apesar da preocupação, muitas dores no peito têm causas menos graves. Entre elas:

    • Dor muscular;
    • Ansiedade;
    • Gastrite ou refluxo;
    • Inflamações.

    Mesmo assim, a avaliação médica continua sendo importante para afastar situações perigosas.

    Quando a internação pode ser necessária

    A internação pode ocorrer quando há:

    • Suspeita de infarto;
    • Alterações nos exames de sangue ou imagem;
    • Dor persistente;
    • Necessidade de monitorização.

    Sinais de alerta que exigem atendimento urgente

    Procure atendimento imediato se houver:

    • Dor intensa no peito;
    • Falta de ar;
    • Suor frio;
    • Desmaio;
    • Dor irradiando para braço ou mandíbula.

    Confira: Refluxo gastroesofágico: conheça as causas, sintomas e como tratar

    Perguntas frequentes sobre dor no peito no pronto-socorro

    1. Toda dor no peito é infarto?

    Não. Existem várias causas possíveis, incluindo problemas musculares, ansiedade e refluxo.

    2. O eletrocardiograma detecta infarto?

    Sim. O exame ajuda a identificar alterações típicas de infarto em muitos casos.

    3. O exame de sangue é importante?

    Sim. A troponina é um dos principais marcadores para identificar lesão cardíaca.

    4. Ansiedade pode causar dor no peito?

    Sim. Crises de ansiedade e pânico podem provocar dor ou aperto no peito.

    5. Quanto tempo demora a avaliação?

    Depende da gravidade do caso e dos exames necessários.

    6. Quem precisa internar?

    Pacientes com suspeita de doenças graves ou alterações importantes nos exames.

    7. Quando procurar emergência?

    Sempre que houver dor no peito intensa ou sintomas associados, como falta de ar e desmaio.

    Veja também: Pericardite: a inflamação no coração que pode simular infarto

  • Jejum prolongado: quando ficar sem comer começa a fazer mal 

    Jejum prolongado: quando ficar sem comer começa a fazer mal 

    Passar muitas horas sem se alimentar pode provocar diferentes reações no organismo, que variam de sintomas leves, como fome e irritação, até situações mais preocupantes, como tontura, queda de pressão e desmaios.

    Embora o corpo tenha mecanismos para lidar com períodos sem comida, existe um limite para isso, especialmente em pessoas mais vulneráveis.

    Nos últimos anos, práticas de jejum ganharam popularidade, principalmente associadas ao emagrecimento. Ainda assim, jejuns prolongados sem orientação adequada podem trazer riscos importantes para a saúde. Entender os sinais que o corpo dá ajuda a reconhecer quando o organismo está começando a sofrer com a falta de energia.

    O que acontece no corpo quando ficamos sem comer

    O organismo precisa de energia constantemente para manter funções vitais, como respiração, funcionamento do cérebro e atividade do coração. Após algumas horas sem alimentação, o corpo começa a usar:

    • Glicose armazenada no fígado;
    • Reservas de gordura;
    • Outros mecanismos de produção de energia.

    Esses processos ajudam a manter o funcionamento do cérebro e dos órgãos mesmo durante períodos sem alimentação.

    Primeiros sintomas do jejum prolongado

    Os sintomas iniciais costumam surgir conforme o organismo reduz a disponibilidade de energia. Os mais comuns são:

    • Fome intensa;
    • Fraqueza;
    • Dor de cabeça;
    • Irritabilidade;
    • Tremores;
    • Dificuldade de concentração.

    Em algumas pessoas, os sintomas aparecem rapidamente, principalmente quando há predisposição à queda de glicose.

    Hipoglicemia: uma das principais preocupações

    Em algumas pessoas, o jejum pode causar queda do açúcar no sangue, chamada de hipoglicemia. Isso pode provocar:

    • Suor frio;
    • Tontura;
    • Palpitações;
    • Visão turva;
    • Sensação de desmaio.

    O risco é maior em pessoas com diabetes ou em quem usa medicamentos que reduzem a glicemia.

    O que acontece após muitas horas sem comer

    Conforme o jejum se prolonga, o corpo passa a utilizar mais gordura como fonte de energia. Nesse período, podem surgir:

    • Cansaço importante;
    • Mau hálito;
    • Náuseas;
    • Queda do rendimento físico e mental.

    Em jejuns muito prolongados, pode ocorrer também perda de massa muscular.

    Quem pode passar mais mal em jejum

    Alguns grupos têm maior risco de complicações relacionadas ao jejum prolongado:

    • Crianças;
    • Idosos;
    • Pessoas com diabetes;
    • Gestantes;
    • Pessoas com baixo peso;
    • Pacientes com doenças crônicas.

    Nesses casos, períodos longos sem alimentação podem causar descompensações mais rapidamente.

    Jejum pode causar desmaio?

    Sim. A combinação de hipoglicemia, desidratação e queda de pressão pode levar à sensação de desmaio ou até perda de consciência.

    Jejum prolongado pode ser perigoso?

    Dependendo da duração e da condição de saúde da pessoa, sim. Os riscos são:

    • Desidratação;
    • Alterações de pressão arterial;
    • Distúrbios metabólicos e de eletrólitos;
    • Piora de doenças já existentes.

    Por isso, jejuns prolongados não devem ser feitos sem orientação adequada, principalmente por pessoas com problemas de saúde.

    Como evitar passar mal

    Algumas medidas ajudam a reduzir o risco:

    • Não ficar muitas horas sem se alimentar;
    • Manter hidratação adequada;
    • Fazer refeições equilibradas;
    • Evitar jejuns prolongados sem orientação médica.

    Quando procurar atendimento médico

    Procure avaliação médica se houver:

    • Desmaio;
    • Confusão mental;
    • Tremores intensos;
    • Dificuldade para acordar;
    • Sintomas persistentes.

    Esses sinais podem indicar complicações importantes relacionadas ao jejum ou à desidratação.

    Veja mais: Hipoglicemia: saiba como reconhecer os sintomas e o que fazer na hora da crise

    Perguntas frequentes sobre jejum prolongado

    1. Ficar muitas horas sem comer faz mal?

    Pode fazer, principalmente em pessoas mais sensíveis ou com doenças crônicas.

    2. Jejum pode causar hipoglicemia?

    Sim. A queda do açúcar no sangue é uma das principais complicações.

    3. É normal sentir tontura em jejum?

    Sim. Tontura pode ocorrer por hipoglicemia, desidratação ou queda de pressão.

    4. Jejum pode causar desmaio?

    Sim, especialmente quando o organismo não consegue manter energia e hidratação adequadas.

    5. Quem deve evitar jejuns prolongados?

    Crianças, idosos, gestantes, pessoas com diabetes e pacientes com doenças crônicas.

    6. Beber água evita passar mal?

    A hidratação ajuda, mas não substitui completamente a alimentação.

    7. Quando procurar um médico?

    Quando houver desmaios, confusão mental, tremores intensos ou sintomas persistentes.

    Confira: 6 gatilhos para enxaqueca (e como prevenir novas crises)

  • Emagrecimento inexplicado: quando procurar um médico? 

    Emagrecimento inexplicado: quando procurar um médico? 

    Emagrecer sem mudar a alimentação, sem aumentar os exercícios e sem tentar perder peso costuma chamar atenção, e com razão. Embora algumas situações sejam temporárias e sem gravidade, a perda de peso involuntária também pode ser um dos primeiros sinais de doenças que precisam de avaliação médica.

    O mais importante não é apenas o número perdido na balança, mas a velocidade do emagrecimento e os sintomas associados. Febre persistente, falta de apetite, suor noturno e cansaço excessivo são alguns sinais que merecem investigação.

    O que é considerado perda de peso preocupante

    A perda de peso costuma chamar atenção quando:

    • Ocorre sem intenção;
    • Acontece em pouco tempo;
    • Representa perda significativa do peso corporal.

    Geralmente, perdas acima de 5% do peso em poucos meses merecem investigação.

    Principais causas de perda de peso involuntária

    Existem diversas possíveis causas. As mais comuns são:

    • Doenças hormonais;
    • Problemas gastrointestinais;
    • Infecções;
    • Doenças psiquiátricas;
    • Câncer;
    • Doenças crônicas.

    A investigação depende dos sintomas associados.

    Doenças hormonais que podem causar emagrecimento

    Alterações hormonais podem acelerar o metabolismo.

    1. Hipertireoidismo

    Pode causar:

    • Perda de peso;
    • Tremores;
    • Ansiedade;
    • Palpitações.

    2. Diabetes

    Especialmente quando descompensado. Os sintomas podem ser:

    • Muita sede;
    • Aumento da urina;
    • Cansaço.

    Problemas gastrointestinais

    Doenças do aparelho digestivo podem dificultar absorção de nutrientes.

    Entre elas:

    • Doença celíaca;
    • Doenças inflamatórias intestinais;
    • Gastrites e úlceras graves;
    • Problemas pancreáticos.

    Infecções que podem causar emagrecimento

    Algumas infecções crônicas podem levar à perda de peso. Veja alguns exemplos:

    • Tuberculose;
    • HIV;
    • Infecções prolongadas.

    Geralmente há sintomas associados, como febre e cansaço.

    Câncer pode causar emagrecimento?

    Sim. A perda de peso inexplicada pode ser um dos sinais de alguns tipos de câncer, especialmente quando associada a:

    • Falta de apetite;
    • Fraqueza;
    • Anemia;
    • Dor persistente.

    Nem toda perda de peso significa câncer, mas essa possibilidade precisa ser avaliada.

    Saúde mental também pode influenciar

    Condições emocionais e psiquiátricas podem causar emagrecimento.

    Entre as principais:

    • Depressão;
    • Ansiedade;
    • Transtornos alimentares.

    Quais sinais merecem mais atenção

    Alguns sintomas associados aumentam a necessidade de investigação rápida:

    • Febre persistente;
    • Suor noturno;
    • Sangramentos;
    • Dor persistente;
    • Alterações intestinais;
    • Falta de apetite importante.

    Como é feita a investigação médica

    A avaliação costuma incluir:

    • Histórico clínico detalhado;
    • Exame físico;
    • Exames de sangue;
    • Exames de imagem, quando necessário.

    A investigação é individualizada conforme os sintomas.

    Quando procurar um médico

    É importante procurar avaliação se:

    • O emagrecimento for rápido;
    • Não houver explicação clara;
    • Existirem sintomas associados;
    • Houver perda importante de apetite.

    Leia mais: Sintomas de diabetes: conheça os principais sinais de cada tipo (e como identificar)

    Perguntas frequentes sobre perda de peso sem intenção

    1. Toda perda de peso é preocupante?

    Não, mas emagrecimento sem explicação merece atenção.

    2. Ansiedade pode causar emagrecimento?

    Sim, ansiedade pode estar ligada ao emagrecimento em alguns casos.

    3. Diabetes pode causar perda de peso?

    Sim, especialmente quando não controlado.

    4. Câncer sempre causa emagrecimento?

    Não, mas pode ser um dos sinais.

    5. Quando a perda de peso é considerada importante?

    Quando ocorre rapidamente ou sem intenção.

    6. Quais exames costumam ser feitos?

    Exames de sangue e exames direcionados conforme o caso.

    7. Quando procurar atendimento médico?

    Quando houver perda de peso sem causa aparente ou sintomas associados.

    Veja também: ‘Tinha 34 anos e descobri num exame de rotina’: uma jornada contra o câncer de mama