Categoria: Sintomas

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  • Sintomas de próstata aumentada que não devem ser ignorados e quando procurar um urologista 

    Sintomas de próstata aumentada que não devem ser ignorados e quando procurar um urologista 

    A próstata é uma glândula discreta, mas sua saúde está diretamente ligada ao bem-estar masculino, especialmente após os 50 anos. Com o envelhecimento, a próstata aumentada, chamada também de hiperplasia prostática benigna (HPB), torna-se mais frequente. Embora seja uma condição benigna, pode gerar sintomas que afetam a rotina e, em casos avançados, trazer complicações para rins e bexiga.

    Segundo o urologista Luciano Teixeira, os sintomas de hiperplasia prostática benigna começam de forma sutil, mas são facilmente reconhecidos quando o paciente está atento ao próprio corpo. “Os primeiros sinais costumam ser discretos, mas bastante característicos”, fala o médico.

    A seguir, explicamos em detalhes quais sintomas de HPB merecem atenção, quando eles representam risco à saúde e em quais situações procurar um médico se torna urgente.

    Os primeiros sintomas de próstata aumentada

    Os sintomas de hiperplasia prostática benigna podem parecer apenas um desconforto no início, mas sinalizam que a próstata já está pressionando a uretra e dificultando a passagem da urina.

    “O homem percebe certa demora para iniciar a micção (hesitação), assim como jato urinário fraco e sensação de esvaziamento incompleto da bexiga”. A noctúria (necessidade de urinar várias vezes à noite), também é comum.

    Esses sintomas, embora não indiquem risco imediato, interferem diretamente na qualidade de vida. Acordar repetidamente para ir ao banheiro leva à perda de sono reparador, fadiga no dia seguinte e até impacto na memória e no humor.

    “Por isso, quanto mais cedo o urologista for procurado, mais simples tende a ser o tratamento”, enfatiza o urologista.

    Entre todos os sintomas da hiperplasia prostática benigna, o jato urinário fraco é considerado um dos mais típicos. Ele surge porque a próstata, ao crescer, comprime a uretra e cria resistência à saída da urina.

    “O paciente nota que precisa fazer esforço para urinar, que o jato perde força e, em alguns casos, se torna intermitente, parando e recomeçando”.

    Embora outras doenças possam causar sintomas semelhantes, a próstata aumentada é a causa mais comum em homens de meia-idade.

    Leia também: Hiperplasia prostática benigna (HPB): quando o aumento da próstata deixa de ser normal e exige atenção médica

    Levantar à noite para urinar: quando preocupar?

    A noctúria é um dos sintomas de hiperplasia prostática benigna mais relatados nos consultórios. “A noctúria é um dos sinais mais incômodos, pois compromete a qualidade do sono, gera cansaço e, em longo prazo, pode impactar a saúde geral”, explica Luciano.

    No entanto, o médico faz uma ressalva: nem sempre urinar à noite significa ter próstata aumentada. Outras condições podem estar envolvidas, como:

    • Diabetes mal controlado
    • Problemas neurológicos
    • Insuficiência da contração da bexiga
    • Insuficiência cardíaca
    • Uso de diuréticos

    Por isso, é fundamental que o urologista investigue a causa da noctúria para indicar o tratamento de hiperplasia prostática benigna correto.

    Dor ou sangue na urina fazem parte dos sintomas de hiperplasia prostática benigna?

    Não são sintomas de hiperplasia prostática benigna típicos, mas podem aparecer em casos mais avançados da doença:

    • Sangue na urina: geralmente é resultado da formação de pequenas varizes na próstata aumentada.
    • Dor ao urinar: normalmente está relacionada à infecção urinária, cálculos ou outras doenças.

    “Realmente esses não são os sintomas de hiperplasia prostática benigna mais comuns. A hiperplasia prostática benigna (HPB) costuma provocar dificuldade para urinar, jato fraco e aumento da frequência urinária”, enfatiza o médico. Porém, o alerta é claro: dor ou sangue nunca devem ser ignorados. Eles podem indicar complicações adicionais e exigem avaliação imediata.

    Quando os sintomas de hiperplasia prostática benigna indicam risco de complicações?

    Os sintomas iniciais de próstata aumentada podem apenas causar desconforto, mas, de acordo com o urologista, se tornam preocupantes quando começam a comprometer não apenas o conforto do paciente, mas também a saúde da bexiga e dos rins.

    Alguns sintomas de hiperplasia prostática benigna que podem indicar problemas maiores incluem:

    • Retenção urinária aguda: quando o homem simplesmente não consegue mais urinar. Nesse caso, pode ser necessária uma sonda.
    • Infecção urinária recorrente: provocada pelo esvaziamento incompleto da bexiga.
    • Formação de pedras na bexiga: consequência da estagnação da urina, pode causar a formação de cálculos e contribuir para sangramento urinário.
    • Dilatação dos rins (hidronefrose): pela obstrução prolongada, que aumenta a pressão dentro da bexiga e prejudica a drenagem renal.

    “Nesses casos, a HPB deixa de ser apenas um incômodo e passa a representar risco para a saúde geral do paciente, exigindo tratamento mais ativo”, diz o médico, que enfatiza que esses sintomas de hiperplasia prostática benigna não podem ser ignorados, pois indicam que a próstata pode estar causando complicações sérias.

    A presença de sangue visível na urina, por exemplo, deve ser investigada prontamente, assim como a dor intensa ao urinar, geralmente associada a infecções ou outros problemas.

    “Sempre que um desses sinais se manifestar, a avaliação médica deve ser imediata, pois, quanto antes for feita a intervenção, menores são as chances de complicações permanentes”.

    Quais sintomas não fazem parte da próstata aumentada?

    Nem todo desconforto urológico é causado pela próstata. Muitos homens associam problemas como disfunção erétil, queda da libido ou dor lombar à próstata aumentada, mas o especialista esclarece que esses não são sintomas de hiperplasia prostática benigna.

    Segundo o médico, essas queixas têm outras origens (hormonais, cardiovasculares ou ortopédicas) e devem ser investigadas separadamente.

    O risco é acreditar que tudo é “da próstata” e adiar a procura por ajuda médica. “A mensagem mais importante é: a avaliação médica urológica deve ser realizada periodicamente, mesmo em indivíduos que não apresentem nenhum sintoma”.

    A avaliação de rotina permite o diagnóstico precoce, o que diminui a complexidade dos tratamentos e aumenta a sua efetividade.

    Perguntas e respostas sobre próstata aumentada

    1. Quais são os primeiros sintomas de próstata aumentada?

    Os sinais iniciais incluem demora para começar a urinar (hesitação), jato fraco, sensação de bexiga cheia após urinar e necessidade de urinar várias vezes à noite (noctúria).

    2. O jato urinário fraco é sempre sinal de próstata aumentada?

    É um dos sintomas mais típicos da próstata aumentada, mas outras doenças também podem causar jato fraco. A avaliação médica é fundamental.

    3. Levantar à noite para urinar sempre significa próstata aumentada?

    Não. Apesar de ser comum na próstata aumentada, a noctúria também pode estar ligada a diabetes, insuficiência cardíaca, problemas neurológicos ou uso de diuréticos.

    4. Dor ou sangue na urina fazem parte dos sintomas de próstata aumentada?

    Não são sintomas comuns. Quando aparecem, podem indicar casos avançados ou complicações, como infecção urinária, cálculos ou varizes da próstata.

    5. Quais sintomas indicam risco de complicações sérias?

    Retenção urinária aguda, infecções recorrentes, formação de pedras na bexiga, dilatação dos rins (hidronefrose), dor intensa ao urinar ou sangue visível na urina.

    6. A próstata aumentada pode prejudicar rins e bexiga?

    Sim. A obstrução urinária prolongada pode danificar a bexiga, elevar a pressão e comprometer a função dos rins.

    7. Quais sintomas não fazem parte da próstata aumentada?

    Disfunção erétil, queda da libido e dor lombar não estão ligados à próstata aumentada. Essas queixas têm outras causas.

    Confira: Exames de rotina para prevenir câncer: conheça os principais

  • Saiba em quais situações você deve procurar um oncologista 

    Saiba em quais situações você deve procurar um oncologista 

    Os números de casos de câncer crescem ano após ano no Brasil, e a detecção precoce continua sendo um dos fatores que mais influenciam no sucesso do tratamento. Apesar disso, muitos pacientes ainda demoram a procurar ajuda médica por não reconhecerem os sinais de alerta ou por subestimarem sintomas persistentes. Por isso, é importante saber quando procurar um oncologista

    Segundo especialistas, não é necessário viver em estado de preocupação constante, mas alguns sinais exigem investigação o quanto antes. Nódulos, dores que não passam, sangramentos sem causa aparente e perda de peso inexplicada estão entre os principais motivos que devem levar alguém ao consultório de um oncologista.

    Veja no que prestar atenção para procurar um médico.

    1. Sangramentos sem explicação

    Um dos sintomas clássicos que precisam de atenção. Pode ser sangue no escarro, no vômito, nas fezes ou na urina.

    “O sangramento é um sintoma que chama bastante a atenção e deve sempre levar a pessoa a procurar atendimento”, explica o oncologista Thiago Chadid.

    2. Dores que não passam

    Todo mundo sente dor de vez em quando, mas quando ela não tem motivo claro, como um tombo ou uma pancada, por exemplo, e não melhora com analgésicos simples, é hora de investigar.

    “A dor tumoral costuma ser progressiva, vai aumentando com o tempo e muitas vezes vem acompanhada de perda de peso e cansaço”, diz o especialista.

    Leia mais: 7 sintomas iniciais de câncer que não devem ser ignorados

    3. Nódulos e caroços

    Nem todo nódulo é câncer, mas todo nódulo precisa ser investigado. Os mais preocupantes são os duros, irregulares e que crescem rápido.

    “Todo nódulo novo, principalmente se ele é endurecido, irregular e cresce rápido, precisa ser investigado”, ressalta.

    4. Sintomas persistentes no intestino, pulmão ou urina

    Uma diarreia isolada ou uma tosse de alguns dias geralmente não são motivo para pânico. O problema é quando eles persistem.

    • Tosse com sangue;
    • Sangue nas fezes;
    • Dificuldade de engolir que só piora;
    • Vontade de urinar o tempo todo sem infecção.

    “Tudo isso pode ser sinal de alerta”, explica o oncologista.

    5. Perda de peso sem motivo

    Se você emagreceu mais de 10% do peso corporal em seis meses sem dieta, academia ou mudança de rotina, atenção: esse é um sinal para investigar se existe algo errado.

    “A perda de peso preocupante é aquela sem causa evidente, e precisa ser investigada”, reforçou o médico.

    6. Histórico familiar de câncer

    Se vários parentes de primeiro grau tiveram câncer, especialmente em idade jovem, vale marcar uma consulta preventiva com o oncologista.

    “Nesse cenário, a consulta pode ajudar a definir se há necessidade de exames mais precoces ou até testes genéticos”, explicou.

    7. Rouquidão ou outros sintomas que não melhoram

    Nódulos, caroços, lesões que não cicatrizam na pele ou rouquidão que não melhora em mais de três semanas.

    “Esses são sinais que sempre precisam chamar a atenção e levar a pessoa a procurar atendimento”, diz o médico.

    O que esperar da primeira consulta com o oncologista

    Se chegou a hora de ir ao oncologista, vá preparado: leve todos os exames que já tiver feito, laudos de imagem, relatórios e resultados de biópsias. Quanto mais informações, melhor.

    “Na primeira consulta, o oncologista vai ouvir a história clínica, analisar os exames e orientar sobre os próximos passos”, destacou o especialista.

    Perguntas frequentes sobre quando procurar um oncologista

    1. Toda dor persistente pode ser câncer?

    Nem sempre. Mas dores que não têm causa aparente, não melhoram com remédio comum e só aumentam com o tempo precisam ser investigadas.

    2. Nódulos ou caroços sempre significam câncer?

    Não. Muitos nódulos podem ser benignos ou inflamatórios, mas todo nódulo novo deve ser avaliado por um médico.

    3. Perder peso sem motivo é sinal de câncer?

    Pode ser. Se você perdeu mais de 10% do peso corporal em até seis meses sem dieta ou exercício, é hora de procurar um médico.

    4. Quais sintomas digestivos ou respiratórios exigem atenção?

    Tosse com sangue, sangue nas fezes, dificuldade de engolir que só piora e vontade de urinar sem infecção são sinais de alerta.

    5. Quem deve ir ao oncologista mesmo sem sintomas?

    Quem tem histórico familiar importante de câncer ou já recebeu diagnóstico prévio de algum tumor e tratou deve ter acompanhamento preventivo.

    6. O que levar na primeira consulta com o oncologista?

    Todos os exames que já fez: laudos, biópsias, exames de imagem e relatórios médicos. E, claro, conte todos os sintomas ao médico.

    7. Ter histórico familiar justifica consulta preventiva?

    Sim. Principalmente quando parentes próximos tiveram câncer em idade jovem. O oncologista pode indicar quais exames a pessoa deve fazer para prevenir ou detectar o câncer precocemente.

    Veja também: Como cuidar do coração durante o tratamento do câncer

  • 7 sintomas iniciais de câncer que não devem ser ignorados

    7 sintomas iniciais de câncer que não devem ser ignorados

    Você já reparou que às vezes o corpo dá alguns sinais estranhos e a pessoa logo coloca a culpa em coisas simples do dia a dia? Uma dorzinha que aparece do nada, um sangramento inesperado, uma pinta que mudou de cor ou qualquer outro sintoma que parece trivial. Em muitos casos pode realmente não ser nada grave, mas em outros, pode ser um aviso importante de que algo não vai bem, como um câncer.

    O oncologista Thiago Chadid explica que não existe um sintoma exclusivo que indique câncer com certeza. A questão é que alguns sinais devem trazer desconfiança e motivar uma visita a um médico. Afinal, quanto mais cedo o diagnóstico acontecer, maiores são as chances de sucesso no tratamento.

    Venha descobrir quais são esses sinais.

    1. Sangramentos sem explicação

    Esse é um dos sintomas mais clássicos. O sangramento pode aparecer no escarro, no vômito, nas fezes ou na urina. Segundo o oncologista, o volume costuma chamar a atenção.

    “Se for maior que uma colher de sopa, é um sinal de alerta”. Mas atenção: até sangramentos pequenos podem indicar algo em fase inicial.

    O sangramento, porém, nem sempre vai indicar um câncer. “Pode ser uma hemorroida, pode ser apenas um vaso no nariz que estourou e o sangue escorreu para a boca e a pessoa achar que é algo grave”, diz o médico.

    Na dúvida, é melhor procurar um especialista para checar.

    2. Dores persistentes e diferentes

    Dor todo mundo eventualmente sente, mas nem toda dor é igual. No caso do câncer, ela costuma ser intensa, latejante e aparecer de repente. O oncologista dá alguns exemplos de dores em determinados tipos de câncer:

    • Câncer de pâncreas: dor descrita como uma “facada” na boca do estômago ou nas costas;
    • Câncer de mama: nódulos de mama costumam não causar dor, mas depois de algum impacto na região a dor pode surgir por conta da inflamação no nódulo;
    • Câncer de pulmão: cansaço, falta de ar ao subir escadas, tosse crônica ou escarro com sangue.

    3. Alterações nos ossos

    Fraturas espontâneas ou dores ósseas também podem estar ligadas a tumores. “Pode acontecer porque o tumor já corroeu o osso”, explica o médico, e isso pode causar fraturas inesperadas, até dormindo ou apenas mudando de posição.

    4. Perda de peso sem motivo

    Quando a pessoa está se alimentando normalmente, não mudou a rotina e ainda assim perdeu peso de forma significativa, é hora de ficar atento.

    O oncologista explica que o tumor pode liberar substâncias que aumentam o metabolismo e tiram o apetite.

    “A pessoa perde o apetite, sente náusea com alguns alimentos, fica indisposto. A perda é principalmente de massa magra: o rosto fica mais fino, os braços e pernas mais finos, mas às vezes a barriga permanece um pouco aumentada”, conta o médico.

    Além disso, podem aparecer febre noturna, suores e fadiga.

    5. Mudanças na pele e nas pintas

    Pintas que crescem, mudam de cor, ficam irregulares ou apresentam várias cores em uma só são suspeitas. “Pinta não deve crescer. Se cresceu, está errado”, alerta o oncologista.

    Outros sinais de pele que precisam de atenção:

    • Lesões que ulceram, sangram ou não cicatrizam;
    • Casquinhas esbranquiçadas ou até prateadas que lembram parafina de vela, que ficam cascudas, descamam e voltam a crescer mesmo após coçar ou tirar a casca;
    • Lesões ásperas, ulceradas e com secreção clara ou sanguinolenta.

    “Qualquer lesão de pele que cresça, mude de formato, comece a doer, coçar, ulcerar ou descamar deve ser avaliada”, recomenda Chadid.

    6. Nódulos suspeitos

    As famosas “ínguas” (linfonodos) também podem indicar algo sério. A diferença é:

    • Linfonodo inflamatório: indica inflamação ou infecção no corpo. Costuma ser elástico, móvel e mais macio.
    • Linfonodo tumoral: costuma ser mais duro, como um caroço de azeitona, e pode estar fixo, aderido ao corpo.

    Em relação à dor, tanto as ínguas que indicam câncer quanto as de inflamação podem doer ou não. “Linfonodos maiores que 2 centímetros, duros e aderidos são suspeitos”, diz o médico.

    7. Hematomas e febre

    As pessoas também devem ficar atentas a alguns sinais de câncer no sangue, como leucemia e linfoma. Além de dor persistente, que não melhora com remédios, outros sinais podem incluir:

    • Hematomas espontâneos;
    • Palidez e fraqueza;
    • Febre noturna e suores;
    • Perda de peso inexplicada.

    Esses sintomas, quando aparecem em conjunto, precisam ser relatados a um médico.

    Quando procurar um médico?

    Nem sempre a pessoa vai primeiro ao oncologista. Normalmente, ela passa antes pelo clínico geral ou outro especialista.

    “Na maioria dos casos, o paciente chega ao oncologista encaminhado por outro especialista: clínico geral, cardiologista, infectologista, neurologista. Isso porque os sintomas são inespecíficos”, conta o oncologista.

    “Quando a pessoa chega direto, geralmente é em casos de rastreamento, como mamografia, PSA para câncer de próstata, entre outros exames”.

    Ou seja, ao sentir algum sintoma diferente ou suspeito, o ideal é ir ao médico.

    Quem tem histórico familiar de câncer, especialmente antes dos 50 anos ou com muitos casos na mesma família, pode se beneficiar de aconselhamento genético com um médico geneticista. Isso ajuda a definir se há necessidade de rastreamento específico.

    Perguntas frequentes sobre sintomas de câncer

    1. Todo sangramento é sinal de câncer?

    Não. Pode ser algo simples, como uma hemorroida. Mas se for mais volumoso ou recorrente, merece investigação.

    2. Perder peso sem motivo sempre significa câncer?

    Não. Pode estar ligado a outros problemas de saúde. Mas perda de peso rápida, sem dieta ou exercício, deve ser investigada.

    3. Toda pinta que muda é câncer de pele?

    Nem sempre. Mas pintas que crescem, mudam de cor, sangram ou ulceram são suspeitas e precisam de avaliação médica.

    4. O que diferencia uma íngua benigna de uma maligna?

    Uma íngua benigna tende a ser móvel e macia. As malignas costumam ser duras, fixas e maiores que 2 cm.

    5. Como saber se a dor óssea pode ser câncer?

    Se for persistente, intensa e vier acompanhada de fraturas espontâneas, deve ser avaliada.

    6. Pessoas com histórico familiar devem se preocupar mais?

    Sim. Casos em parentes de primeiro ou segundo grau antes dos 50 anos aumentam o risco. O ideal é procurar aconselhamento genético.