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  • É rinite alérgica ou resfriado? Veja as diferenças e como identificar 

    É rinite alérgica ou resfriado? Veja as diferenças e como identificar 

    Tanto a rinite alérgica quanto o resfriado comum afetam o sistema respiratório e apresentam sintomas parecidos — como nariz escorrendo, espirros e congestão nasal. Apesar disso, é importante entender que cada condição tem causas diferentes e, por isso, exige cuidados específicos.

    Para esclarecer as diferenças de rinite alérgica ou resfriado, os sintomas e entender quando é preciso procurar ajuda médica, consultamos a médica alergista e imunologista Brianna Nicoletti. Confira, a seguir!

    O que é rinite alérgica?

    A rinite alérgica é uma inflamação da mucosa do nariz causada por uma reação exagerada do sistema imunológico a substâncias consideradas inofensivas, como poeira, pólen, mofo, pelos de animais ou ácaros.

    Como ela não é causada por vírus nem por bactéria, a rinite não é contagiosa. É uma condição crônica que pode aparecer em certas épocas do ano (como na primavera, quando há muito pólen no ar) ou ser contínua, acontecendo ao longo de todo o ano.

    De acordo com Brianna Nicoletti, os principais sintomas da rinite alérgica são:

    • Espirros em sequência;
    • Coceira no nariz, olhos e garganta;
    • Coriza clara e aquosa;
    • Obstrução nasal (nariz entupido);
    • Olhos avermelhados;
    • Lacrimejamento;
    • Prurido (coceira intensa nos olhos).

    Os sintomas costumam piorar em ambientes fechados, empoeirados, com ar-condicionado ou em épocas do ano com maior concentração de pólen, quando a exposição ao alérgeno é maior. É por isso que a rinite alérgica pode aparecer de forma recorrente, mas tende a aliviar quando são tomados cuidados com o ambiente.

    Como é feito o tratamento de rinite alérgica?

    A maneira mais simples de tratar a rinite alérgica é evitar o contato com alérgenos, sendo importante manter a casa sempre limpa e ventilada, trocar roupas de cama com frequência, retirar poeira de móveis e evitar o acúmulo de objetos que favoreçam ácaros e mofo, bichos de pelúcia ou livros expostos.

    A lavagem nasal com soro fisiológico também é fundamental para limpar as vias respiratórias, diminuindo a obstrução e removendo partículas que irritam a mucosa. Mas, quando os sintomas são mais intensos, o médico pode indicar o uso de remédios, como antialérgicos (anti-histamínicos) e corticoides nasais, que controlam a inflamação e reduzem os espirros, a coriza e a coceira.

    Já em casos persistentes ou de difícil controle, pode ser indicada a imunoterapia. É um tratamento em que a pessoa recebe pequenas doses da substância que causa a alergia, de forma controlada e progressiva. Com o tempo, o corpo aprende a reagir melhor ao agente, diminuindo a intensidade e a frequência das crises.

    O que é um resfriado comum?

    O resfriado é uma infecção viral leve das vias respiratórias superiores, causada principalmente por vírus como o rinovírus. É bastante comum e pode afetar pessoas de todas as idades, especialmente em períodos de mudança de clima ou em ambientes fechados, onde o contágio é facilitado. Por ser uma condição autolimitada, ela geralmente melhora sozinha em 7 a 10 dias.

    Entre os principais sintomas, é possível apontar:

    • Nariz entupido com secreção que pode mudar de cor;
    • Dor de garganta leve a moderada;
    • Espirros ocasionais;
    • Tosse persistente;
    • Mal-estar e cansaço;
    • Febre baixa em alguns casos.

    A transmissão ocorre por gotículas eliminadas ao falar, tossir ou espirrar, além do contato com superfícies contaminadas. Por isso, hábitos simples como lavar bem as mãos, manter os ambientes ventilados e evitar contato próximo com pessoas infectadas são fundamentais para reduzir o risco de infecção.

    Como é feito o tratamento de resfriado comum?

    O tratamento do resfriado é feito para aliviar os sintomas e, na maioria dos casos, o próprio organismo se recupera em cerca de uma semana. O recomendado é beber bastante água, manter uma alimentação leve e nutritiva e descansar o suficiente para fortalecer o sistema imunológico.

    A lavagem do nariz com soro fisiológico também traz alívio aos sintomas, desobstruindo as vias respiratórias. Quando há febre ou dor, podem ser usados analgésicos e antitérmicos indicados pelo médico.

    Importante: antibióticos não devem ser utilizados em casos de resfriado, porque essa é uma infecção causada por vírus, e eles atuam apenas contra bactérias. Ou seja, eles não têm efeito sobre o agente responsável pelo resfriado. O uso inadequado de antibióticos, sem orientação médica, pode trazer consequências sérias à saúde.

    Rinite alérgica ou resfriado: quais as diferenças?

    Características Rinite alérgica Resfriado comum
    Causa Reação do sistema imunológico a alérgenos (poeira, pólen, pelos de animais, mofo) Infecção viral das vias respiratórias superiores
    Início dos sintomas Súbito, logo após contato com o alérgeno Gradual, alguns dias após exposição ao vírus
    Fatores desencadeantes Poeira, ácaros, pólen, mofo, pelos de animais Contato com pessoas infectadas, ambientes fechados
    Febre É raro acontecer Pode ocorrer febre baixa
    Contágio Não é contagiosa Altamente contagioso
    Secreção nasal Clara, aquosa e persistente Espessa, podendo ficar amarelada ou esverdeada

    Como é feito o diagnóstico da rinite alérgica ou resfriado?

    O diagnóstico costuma ser feito a partir da história clínica associada ao exame físico, explica Brianna.

    Na rinite alérgica, os sintomas mais característicos são coceira no nariz, espirros em sequência, coriza clara e, muitas vezes, sinais de conjuntivite alérgica, como olhos vermelhos e lacrimejantes. Já no resfriado comum, o quadro geralmente vem acompanhado de dor de garganta, mal-estar e, em alguns casos, febre baixa.

    Quanto aos exames, o resfriado pode mostrar alterações laboratoriais, como provas inflamatórias elevadas e mudanças no hemograma, especialmente no número de glóbulos brancos.

    No caso da rinite alérgica, o diagnóstico pode ser confirmado por um alergista, por meio de testes cutâneos (prick test) ou pela dosagem de IgE específica no sangue, que ajudam a identificar a sensibilidade do organismo aos principais alérgenos.

    Riscos do atraso no diagnóstico

    O principal risco de confundir as duas condições é que pode levar a erros no tratamento. Enquanto o resfriado é uma infecção viral autolimitada, que melhora sozinha em alguns dias, a rinite alérgica exige acompanhamento contínuo, incluindo o uso de medicamentos, higiene nasal e cuidados para evitar a exposição aos alérgenos.

    “Se o paciente acha que tem ‘resfriados de repetição’, mas na verdade tem rinite, pode abusar de descongestionantes nasais ou antibióticos desnecessários, trazendo risco de efeito colateral e resistência bacteriana”, explica Brianna.

    Além disso, quando o diagnóstico demora a ser feito, a rinite não tratada pode gerar complicações, como sinusite de repetição, otite, agravamento da asma e distúrbios do sono. Eles afetam diretamente a qualidade de vida e o desempenho no trabalho ou na escola. Alguns grupos são ainda mais vulneráveis a esses riscos, como crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias.

    Quando procurar um alergista?

    É recomendável buscar avaliação com um alergista quando os sintomas persistem por mais de 2 a 4 semanas, atrapalham o sono, os estudos ou o trabalho, ou ainda quando as crises são muito frequentes e recorrentes. Também é importante procurar o especialista se houver suspeita de asma associada.

    De acordo com a alergista Brianna Nicoletti, ele é o profissional indicado para confirmar o diagnóstico, orientar medidas de controle ambiental, prescrever a medicação adequada e, quando necessário, indicar a imunoterapia — conhecida como vacina para alergia.

    É o único tratamento capaz de atuar diretamente na causa da doença, ajudando a reduzir a sensibilidade do organismo aos alérgenos ao longo do tempo.

    Veja também: Rinite alérgica: aromatizadores e velas perfumadas pioram os sintomas?

    Perguntas frequentes sobre rinite alérgica ou resfriado

    1. Quais são os sintomas mais comuns da rinite alérgica?

    Os sintomas típicos são espirros frequentes, coceira no nariz, olhos ou garganta, coriza clara e nariz entupido. Muitas vezes também aparece conjuntivite alérgica, com olhos vermelhos, lacrimejando e com prurido. Os sinais tendem a se repetir sempre que há contato com o alérgeno e melhoram quando a exposição é evitada.

    2. Quais são os principais sintomas do resfriado?

    O resfriado geralmente começa com dor de garganta leve, seguida de nariz entupido, secreção nasal mais espessa (que pode ficar amarelada ou esverdeada), espirros ocasionais e tosse. Em alguns casos, pode haver febre baixa, mal-estar e dor no corpo. Apesar do desconforto, os sintomas costumam desaparecer em até 10 dias.

    3. A rinite alérgica causa febre?

    Não, a rinite alérgica não costuma provocar febre, pois não é uma infecção. Se a pessoa apresenta febre junto com os sintomas nasais, é mais provável que esteja com um resfriado, gripe ou outra infecção respiratória.

    4. O que pode piorar os sintomas da rinite alérgica?

    Ambientes fechados, empoeirados, com ar-condicionado, presença de mofo ou épocas do ano com alta concentração de pólen costumam intensificar os sintomas. O contato direto com animais ou perfumes fortes também pode desencadear crises em algumas pessoas.

    5. O que pode piorar os sintomas do resfriado?

    O resfriado tende a ser mais incômodo quando o sistema imunológico está enfraquecido, seja por falta de descanso, estresse, má alimentação ou baixa hidratação. Ficar em locais fechados e com aglomeração também favorece a transmissão e o agravamento dos sintomas.

    6. Como prevenir um resfriado?

    Como o resfriado é causado por vírus transmitidos pelo ar e por superfícies contaminadas, a melhor forma de prevenção é adotar hábitos de higiene, como lavar as mãos com frequência, evitar levar as mãos ao rosto e não compartilhar copos, talheres ou objetos pessoais.

    Além disso, é fundamental manter o sistema imunológico forte, a partir de um estilo de vida saudável: alimentação rica em frutas, verduras e legumes, prática regular de atividade física, sono de qualidade e controle do estresse.

    7. O uso de descongestionantes nasais é seguro?

    O uso deve ser feito com cautela e sempre por tempo limitado. Os descongestionantes nasais podem aliviar a obstrução, mas quando usados em excesso causam efeito rebote, isto é, o nariz volta a entupir com mais intensidade. O uso prolongado também pode trazer riscos para a pressão arterial e o coração. No caso da rinite, o tratamento deve ser feito com medicamentos específicos, orientados pelo médico.

    8. Existe cura para a rinite alérgica?

    A rinite alérgica não tem cura definitiva, uma vez que é uma condição crônica, mas pode ser controlada. Com medidas de prevenção, uso de medicamentos adequados e, em casos selecionados, imunoterapia (vacina para alergia), é possível reduzir significativamente a frequência e a intensidade das crises.

    9. Qual a diferença entre gripe e resfriado?

    O resfriado é uma infecção viral mais leve e autolimitada, que geralmente causa coriza, espirros, nariz entupido, dor de garganta leve e mal-estar moderado, melhorando sozinho em poucos dias.

    Já a gripe é uma doença causada pelo vírus influenza e costuma ser mais intensa, provocando febre alta, dores no corpo, cansaço extremo, tosse seca e dor de cabeça forte.

    Ela também pode levar a complicações mais sérias, como pneumonia, principalmente em crianças pequenas, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas — e exige um tratamento médico cuidadoso.

    Leia também: 5 causas de alergia dentro de casa e o que fazer para evitar

  • Como fazer lavagem nasal em casa? Veja o passo a passo

    Como fazer lavagem nasal em casa? Veja o passo a passo

    Você tem o hábito de fazer a limpeza nasal? A prática contribui para manter as vias respiratórias livres de impurezas, excesso de muco e agentes alergênicos, como poeira e pólen. Se feita da forma correta, a limpeza ajuda a prevenir crises de rinite, sinusite e até resfriados, trazendo a sensação imediata de alívio e facilitando a respiração.

    A cavidade nasal funciona como a primeira barreira de defesa do organismo, filtrando partículas do ar e ajudando a umidificar o ar que chega aos pulmões. No entanto, quando há acúmulo de secreções ou exposição frequente a poluentes, a função pode ficar comprometida, favorecendo o surgimento de sintomas como congestão, coriza e irritação.

    Para que serve a limpeza nasal?

    A limpeza nasal serve para higienizar as vias respiratórias e manter o bom funcionamento da mucosa do nariz, que é a primeira barreira de defesa do organismo. Na prática, a lavagem ajuda a remover o excesso de muco, partículas de poeira, poluição, vírus e outros agentes irritantes que ficam acumulados ao longo do dia.

    Além disso, a limpeza nasal também contribui para:

    • Reduzir a congestão nasal;
    • Aliviar sintomas de rinite e sinusite;
    • Prevenir infecções respiratórias;
    • Hidratar a mucosa nasal;
    • Melhorar a qualidade do sono, principalmente em quem tem o nariz entupido.

    Por ser uma medida segura, a limpeza pode ser feita regularmente, especialmente em períodos de clima seco, crises alérgicas ou quadros de resfriado.

    Como fazer a limpeza nasal corretamente?

    A limpeza nasal deve ser feita com soro fisiológico 0,9%, que pode estar em temperatura ambiente ou levemente morno (nunca quente, para não irritar a mucosa). Para aplicar, você pode utilizar uma seringa sem agulha, um frasco próprio para lavagem nasal ou dispositivos específicos, como squeeze e neti pot, que ajudam a controlar melhor o fluxo do líquido.

    Veja o passo a passo:

    • Incline levemente a cabeça para o lado, posicionando-se sobre uma pia, para evitar que o líquido escorra pelo rosto;
    • Mantenha a boca aberta durante todo o processo, respirando por ela para não causar pressão nos ouvidos;
    • Introduza delicadamente o bico do aplicador na narina que está mais alta, vedando levemente a entrada;
    • Aplique o soro de forma contínua e suave, sem forçar, permitindo que o líquido percorra a cavidade nasal;
    • Deixe o soro sair naturalmente pela outra narina ou pela boca, carregando as secreções e impurezas;
    • Repita o processo do outro lado, inclinando a cabeça para o lado oposto.

    Após a lavagem, assoe o nariz com delicadeza, sem fazer muita força, para remover o excesso de secreção e de soro.

    Como fazer a limpeza nasal em bebês e crianças

    Em crianças e bebês, a aplicação deve ser feita com ainda mais cuidado, respeitando o volume e a pressão adequados. Quando há acúmulo de secreção, é comum surgirem sintomas como nariz entupido, dificuldade para mamar, irritação e até alterações no sono.

    Veja o passo a passo:

    • Coloque o bebê ou a criança deitada ou levemente inclinada, com a cabeça virada para o lado;
    • Aplique o soro fisiológico 0,9% na narina que está mais alta;
    • Utilize uma seringa sem agulha ou um frasco próprio, sempre com jato suave;
    • Deixe o líquido sair pela outra narina ou pela boca;
    • Repita o processo do outro lado.

    Em bebês, pequenas quantidades de soro já são suficientes, enquanto em crianças maiores é possível usar um pouco mais. Também é importante evitar a aplicação com muita pressão, para não causar desconforto, e manter os dispositivos sempre limpos.

    A limpeza nasal pode ser feita diariamente, principalmente antes de dormir e antes das mamadas, ajudando o bebê a respirar melhor e se alimentar com mais conforto. Em caso de dúvidas ou sintomas persistentes, vale buscar orientação com um pediatra.

    Qual a frequência ideal da lavagem?

    A frequência ideal da lavagem nasal pode variar de acordo com a necessidade de cada pessoa e com o momento.

    Para a higiene diária e prevenção de alergias, o recomendado é realizar o procedimento uma ou duas vezes ao dia, preferencialmente ao acordar e antes de dormir. Já em casos de gripes, sinusites ou congestão forte, a limpeza pode ser feita de 3 a 4 vezes por dia para ajudar na remoção do excesso de secreção.

    O importante é manter a constância, especialmente em dias de clima seco ou alta poluição, utilizando sempre soro fisiológico para garantir a hidratação e a proteção das vias respiratórias sem causar irritação.

    O que você deve evitar durante a limpeza

    Para garantir que a lavagem seja segura e não cause irritações ou infecções, é importante evitar:

    • Usar água da torneira: utilize apenas soro fisiológico ou água fervida/filtrada para evitar contaminações por bactérias ou protozoários;
    • Aplicar pressão excessiva: pressionar a seringa com muita força pode empurrar a secreção para os canais do ouvido, causando dor ou otite;
    • Soro em temperatura extrema: o líquido não deve estar gelado nem muito quente, o ideal é a temperatura ambiente ou levemente morna;
    • Prender a respiração: mantenha a boca aberta e respire por ela durante a aplicação para evitar que o soro desça pela garganta;
    • Posição incorreta da cabeça: evite inclinar a cabeça para trás, o o tronco e o rosto devem estar inclinados para frente e para o lado;
    • Higiene precária do material: não compartilhe seringas ou dispositivos e lave-os bem após cada utilização.

    Quando ir ao médico?

    A limpeza nasal ajuda a aliviar os sintomas nasais na maioria dos casos, mas ela não substitui o tratamento médico quando há uma infecção ou complicação. Você deve procurar um especialista se apresentar:

    • Congestão nasal que dura mais de 10 dias ou piora com o tempo;
    • Secreção espessa, amarelada ou esverdeada, especialmente com mau cheiro;
    • Dor facial, sensação de pressão no rosto ou dor de cabeça intensa;
    • Febre, principalmente quando associada a sintomas nasais;
    • Sangramentos frequentes pelo nariz;
    • Dificuldade importante para respirar, mesmo após a lavagem;
    • Dor de ouvido, sensação de ouvido tampado ou redução da audição;
    • Sintomas recorrentes, que vão e voltam com frequência.

    Nesses casos, a avaliação de um médico, como um otorrinolaringologista ou pediatra, no caso de crianças, é importante para identificar a causa e indicar o tratamento mais adequado.

    Confira: Asma alérgica: o que é, sintomas, tratamentos e remédios

    Perguntas frequentes

    1. Posso usar água da torneira para lavar o nariz?

    Não. A água da torneira pode conter microrganismos e cloro que irritam a mucosa. Use sempre soro fisiológico 0,9% ou água fervida/filtrada com sal.

    2. A limpeza nasal pode causar dor de ouvido?

    Apenas se for feita com pressão excessiva ou se a cabeça estiver na posição errada, o que pode empurrar o líquido para os canais auditivos.

    3. E se o soro sair pela boca?

    Não há problema. Isso acontece quando a inclinação da cabeça não está ideal, mas o soro é inofensivo se for deglutido em pequenas quantidades.

    4. Grávidas podem fazer limpeza nasal?

    Sim. É uma técnica mecânica e sem medicamentos, sendo muito recomendada para aliviar a rinite gestacional.

    5. Qual a quantidade de soro para um adulto?

    Normalmente entre 10 ml e 20 ml em cada narina são suficientes para uma limpeza eficaz.

    6. Posso usar a mesma seringa por quanto tempo?

    O ideal é trocar a cada 15 ou 30 dias, lavando-a bem com água e sabão e secando após cada uso.

    7. Limpeza nasal vicia?

    Não. Ao contrário dos descongestionantes em spray (remédios), o soro fisiológico é apenas uma solução salina que não causa dependência.

    Leia mais: Trivalente ou quadrivalente: saiba qual vacina da gripe escolher e por quê